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quarta-feira, 3 de junho de 2015

AULA PARA PAIS E PROFESSORES


A turma do 7ºC organizou uma aula/festa para pais e professores, no âmbito da disciplina de Português. Esta atividade realizou-se no passado dia 1 de junho, pelas 17.30 horas, na sala 6B, da escola Cristina Torres.
Com o pretexto de mostrarem aos pais e professores o que fazem nas aulas de Português, os alunos deram aos adultos textos para lerem, um origami para fazerem, adivinhas para resolverem, vários poemas para ouvirem (trava-línguas, poemas de Miguel Torga e de Eugénio de Andrade), exposições orais para saberem mais sobre a história da escrita ou o mito de Orpheu, comentários para conhecerem obras estudadas ao longo do ano, e ainda um jogo de mãos para recordarem os seus tempos de recreio na escola.
A “aula” terminou em festa, com um lanche-convívio, composto por salgados, bolos, bolinhos e sumos trazidos pelos alunos da turma. Todos ficaram muito orgulhosos com a organização e o desempenho do 7ºC. Foi uma “aula” que ninguém esquecerá.

Texto coletivo, produzido na aula de Português do dia 2 junho.

Fotografias da Professora Fernanda Craveiro e da Professora Clara Nunes.



domingo, 12 de abril de 2015

QUAL É COISA, QUAL É ELA…

         
 
No âmbito da disciplina de Português, a turma do 7ºC organizou um concurso de adivinhas que se realizou no passado dia 19 de março, pelas 10 horas, na sala 36 A, na escola Cristina Torres. Esta atividade integrou as Jornadas Culturais.

        A turma do 7ºB foi a convidada a participar neste concurso de sessenta adivinhas. Por motivo de empate, foram ainda feitas mais quatro adivinhas.

        A equipa vencedora, composta por Catarina Caçoete, André Casaleiro e Catarina Félix, destacou-se pelo elevado número de pontos. Mas todos os concorrentes estão de parabéns!

Aqui ficam uma das muitas adivinhas apresentadas e duas fotos da atividade.

 

Venho das ondas do mar,

nascido na fresquidão.

Não sou água nem sou sol,

trago tempero na mão.

O que é?

 

Texto produzido coletivamente na aula de 7 de abril, sobre a Notícia.

 

 

quinta-feira, 26 de março de 2015

"Jogos de Português"






No dia 20 de março, no âmbito das Jornadas Culturais decorreu a atividade "Jogos de Português", dinamizada pelas professoras Clara Nunes e Isilda Marques.
Estes jogos tiveram como destinatários os alunos do 10º ano de escolaridade . Estes tiveram de responder a questões que visavam testar os seus conhecimentos a nível das tipologias textuais, gramática, categorias da narrativa e outros conteúdos relacionados com a disciplina de Português.
Os alunos, numa primeira fase, organizaram-se em equipas e de cada uma dessas equipas foi apurado um vencedor. Numa segunda fase, a competição realizou-se entre os vencedores de cada equipa.
A competição foi renhida, os alunos procuraram responder às questões de forma correta, alguns a refilar relativamente ao grau de dificuldade das questões, enquanto outros as acharam perfeitamente acessíveis.
Em suma, foi um momento de aprendizagem lúdica que se pautou por uma interação saudável e profícua entre professores e alunos.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Visita de estudo ao Porto -20 fevereiro





 11º B  - Artigo de apreciação crítica 
Os minutos iam passando, o calor apertando e o Porto estava cada vez mais perto.
Em poucos minutos vislumbrámos a placa “Porto”. Tínhamos chegado.
Começámos por respirar o ar puro dos jardins em redor do Palácio de Cristal e logo nos dirigimos ao Museu Romântico. Neste ficámos tocados por toda a beleza que o museu emana… e seguimos a nossa jornada até à Biblioteca Almeida Garrett.
Como a fome já batia à porta, “piquenicámos” na zona turística da Ribeira, à beira do rio Douro, enquanto éramos “atacados” por gaivotas.
No período da tarde, começámos por visitar a deslumbrante Igreja de S. Francisco, construída no estilo barroco, talha dourada por todo o lado…
Seguimos para o Palácio da Bolsa e, neste momento, uns pingos de chuva fizeram-se sentir. Foi neste último monumento que vimos uma sala que não tem descrição possível de tão bela que era.
O sol fugiu e a lua apareceu no céu e, com ela, veio a chuva. Demos uma corridinha até ao shopping, comemos “mnham, mnham…” e “que bom” e  dirigimo-nos para o Teatro nacional de S. João, finalizando a nossa jornada a assistir ao famoso teatro “Gata em Telhado de Zinco Quente”. Palmas, palmas!
Em suma, esta visita de estudo foi uma ótima oportunidade para convivermos, nos divertirmos e de entrarmos em contacto com a arquitetura barroca, o modo de vida da época do Romantismo e, ainda, assistirmos a uma representação por atores profissionais num teatro que, só por si, já é um monumento lindíssimo.


Os alunos do 11º ano da Escola Cristina Torres, do Agrupamento de Escolas Figueira Norte,  fizeram uma visita de estudo ao Porto no dia 20 de fevereiro. Conheceram o Museu Romântico, os jardins do Palácio de Cristal e a Biblioteca Almeida Garrett , visitaram a Igreja de S. Francisco e o Palácio da Bolsa e, à noite, foram ao Teatro de S. João assistir à emblemática peça de Tennessee Williams, “Gata em Telhado de Zinco Quente”, encenada por Jorge Silva Melo.        
                Sofia Raposeiro, do 11º C, declarou: “Se se pudesse atribuir um recurso expressivo a esta visita de estudo seria a gradação crescente, com um final triunfal. No fundo, se o objetivo desta visita de estudo era proporcionar aos alunos um aprofundamento dos conhecimentos e consolidação da matéria lecionada, com diferente tipo de aprendizagem, a meta foi totalmente atingida.”
                 Segundo Laura Cabete, também do 11º C,  “Nunca a formação de um ser humano pode ser completa se sempre formal. Não raras vezes, aprendemos em poucas horas de um programa cultural recreativo aquilo que levaríamos semanas a aprender formalmente. Resta-me, então, sintetizar a visita de estudo ao Porto como um complemento imprescindível à formação de cada um de nós, alunos. São iniciativas desta índole que fazem, muitas vezes, falta ao nosso currículo por, apesar de simples, serem fonte de profundo enriquecimento de múltiplas dimensões do ser humano (em crescimento). Congratulações à equipa organizadora e a todos os alunos participantes. “

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Apreciação crítica do filme “Os Maias – cenas da vida romântica” de João Botelho



No âmbito da disciplina de Português, vimos o filme “Os Maias – cenas da vida romântica” do realizador João Botelho.
Este filme é baseado integralmente no romance de Eça de Queirós, que retrata a história de três gerações da família Maia.
Esta obra dá a conhecer uma ligação incestuosa entre Carlos da Maia e Maria Eduarda. Este romance terminou com Maria Eduarda a partir para o estrangeiro e Carlos da Maia a fazer uma viagem pelo mundo. Regressou a Lisboa passados dez anos, onde se reencontrou com o seu velho amigo Ega.
Os aspetos de que mais gostei do filme foram: a personagem João da Ega, desempenhada pelo ator Pedro Inês. João da Ega era um boémio, intelectual, excêntrico, exagerado, de certa forma caricatural e incapaz de concluir o que quer que fosse. Também gostei da personagem Carlos da Maia, desempenhada pelo ator Graciano Dias. Carlos era culto, bem educado, corajoso, frontal e generoso.
Por fim, também gostei do facto de existir um narrador que lê na íntegra algumas passagens do texto e que incorpora alguma riqueza literária.
O aspeto de que menos gostei foi a inexistência de exteriores, ou seja, os cenários eram pintados substituíam os locais – o Douro, o Chiado, ... Tudo isto originou um filme bastante teatral.
 A meu ver, o visionamento deste filme foi bastante importante e enriquecedora porque nos permitiu per uma percepção e abordagem diferentes e originais dos acontecimentos e do enredo da tão famosa obra de Eça de Queirós, “Os Maias”.

5 de fevereiro
Inês Figueiredo, nº 14, 11º E



Apreciação crítica do filme “Os Maias – episódios da vida romântica” de João Botelho

No dia 30 de janeiro tive a oportunidade de assistir ao filme “Os Maias” do realizador João Botelho, que adaptou o conceituado romance de Eça de Queirós, também assim intitulado.
Primeiro, é importante realçar que este realizador português teve um grande desafio com este filme porque acaba sempre por ser, ou quase sempre, ingrata a tarefa de adaptar romances de renome ao cinema. E uma obra com a grandiosidade e riqueza d’”Os Maias” é, por ventura, o maior feito da sua carreira enquanto realizador.
E a verdade é que o seu trabalho se revelou, na minha opinião, interessante e proveitoso. A intriga amorosa tem um papel central no filme e confere-lhe dinamismo e objetividade à medida que capta a atenção do público. Aliás, a diversidade de episódios do livro não permitiria outra abordagem porque o filme tornar-se-ia confuso e pouco apelativo caso o realizador resolvesse incluir todos os pormenores realistas de Eça de Queirós.
Todavia, apesar da objetividade geral, João Botelho acabou por cometer diversos erros com a inclusão de alguns episódios pois alguns apareceram fora do contexto, como quando o Eusebiozinho se vestiu de anjo. Outros foram mal abordados, como aconteceu com o episódio do “Hotel Central”, que pecou pela sua curta duração; ou o episódio da “Corrida de cavalos” que apareceu completamente desvirtuado. Mas os acontecimentos do livro não foram deturpados, apenas encurtados.
Destaco pela positiva o episódio do “Sarau”, que contou com uma bela representação de Pedro Lacerda no papel de Tomás de Alencar.
Na minha opinião, os atores foram, de uma forma geral, bastante competentes. Destacaria a prestação sóbria de João Perry enquanto Afonso da Maia e o caráter que Pedro Inês conseguiu incutir ao grande João da Ega.
Em suma, trata-se de um filme bastante fidedigno por não ter deturpado qualquer acontecimento e que relata bastante bem a intriga amorosa presente no romance de Eça de Queirós.
Porém, não substitui a leitura integral do nosso talentoso Eça de Queirós!

Rui Pedro Malafaia Salgueiro Ferreira, nº 27, 11º D
9 de fevereiro de 2015



O filme "Os Maias - Cenas da Vida Romântica", uma adaptação da obra de Eça de Queiroz, constitui um marco importante para a literatura, para o cinema e para a sociedade portuguesa, apesar de vários aspetos negativos.
Em primeiro lugar, a utilização de cenários (pinturas a óleo) para o filme, em vez de espaços exteriores, não foi bem conseguida. Ainda que tenha sido uma opção estética e mais barata, o filme ganharia muito mais ao ter sido realizado no exterior, em regiões como o Douro e Lisboa, de enorme beleza.
Em segundo lugar, o filme carece de ação e emoção dramática. Nota-se, assim, a falta de cenas fortes, que captem a atenção do público. Para além disso, a interpretação de alguns atores e, muitas vezes, a captação da imagem revelam uma interpretação teatral, não de cinema.
Em terceiro lugar, houve alguns cortes no filme, o que foi, sem dúvida, evidente, pois tornou-se difícil de acompanhar certos momentos da obra. Apesar de ser a versão curta do filme, a verdade é que este facto poderia ter sido menos notório.
No entanto, há, de facto, aspetos positivos a destacar. A maioria dos atores teve uma excelente interpretação e conseguiu aproximar-se das personagens da obra. A fidelidade ao texto original é também um ponto positivo a acrescentar. A presença de um narrador, que, ao longo do filme, lia diversas passagens da narrativa, incorpora bastante riqueza literária ao mesmo, já que a obra fala por si.
Assim, este filme é deveras importante, na medida em que evidencia a obra queirosiana, muito apreciada pela sociedade. A adesão ao filme (não só da população em geral, mas também de alunos) é, então, compreensível.


Edna Boliqueime, n912,119E
5 de fevereiro de 2015


segunda-feira, 24 de março de 2014

Figuras - Projeto Saber Português

Com o objetivo de desenvolver nos alunos o gosto pela partilha de saberes e de experiências, o Projeto Saber Português dinamizou, ao longo do segundo período, a atividade “Figuras”.
Três alunos do ensino secundário, Marcelo Santos (10ºE), Tiago Pedro (12ºC) e Mike Marques (12ºE), foram convidados a vestir a pele de três “figuras”: uma da História de Portugal, outra da Literatura Portuguesa e ainda uma da Mitologia Clássica. As personagens escolhidas foram Nuno Álvares Pereira, Alberto Caeiro, que celebrou 100 anos a 14 de março, e Zeus.
As apresentações realizaram-se em turmas do 9º, do 10º e 12º anos.
Aqui fica o nosso agradecimento aos alunos pela colaboração com o Projeto.




As coordenadoras,
Silvéria Ramos
Teresa Seco




segunda-feira, 3 de junho de 2013

POR QUE MOTIVO ESCREVEM OS POETAS?

A turma de Literatura Portuguesa do 10º ano tentou responder a esta difícil questão. Depois de muita reflexão, aqui ficam algumas frases retiradas dos textos produzidos por cada um.
 É para isto que muitos escrevem, para mostrar que por detrás de uma cara, existe um coração. (Ana Fajardo)
Muitos procuram ir mais além, são ambiciosos. (Ana Silveira)
Talvez um poema seja um meio de deixarem a sua marca no presente, talvez eles queiram deixar por escrito aquilo que não se pode dizer. (Fábio)
Quando estou triste, temas mais profundos andam no meu pensamento e a raiva e a desilusão que sinto fazem-me escrever letras. (Filipe)
 Os poetas tentam explicar o inexplicável e assim conseguem compreender melhor o porquê de certas coisas. (Balbina)
 Quando se faz um poema, é preciso sentir o que escrevemos. (Anastasiya)
 Alguns poetas não gostam de mostrar o que sentem nos seus poemas. (Rute) Os poetas escrevem para falarem. (Diana Vaz)
Os poetas escrevem também para mudarem mentalidades, para levar os que leem à reflexão. (Paulo)
 Os poetas escrevem porque têm algo para dizer. O que os poetas escrevem nunca os satisfaz, porque o mundo da escrita é um mundo complexo. (Simone)
 Os poetas escrevem apenas por gosto, por ser uma coisa que lhes dá prazer. (Carolina Maia)
Os poetas gostam que as pessoas apreciem o seu trabalho, para serem reconhecidos pelo que fazem. (Daniela Lourenço)
 Os poetas sentem emoções nas palavras e fazem poemas juntando palavras como se fosse música. (Mariana)
 Os poetas escrevem para que os seus versos permaneçam, querem ser eternos. (Joana Batista)
 Alguns poetas escrevem com esperança de que apareça alguém que os compreenda. (Ana Martins)

Professora Silvéria Ramos

quinta-feira, 2 de maio de 2013

DIA DO LIVRO E DOS DIREITOS DE AUTOR




O Projeto Saber Português concretizou mais uma iniciativa: a celebração do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a 23 de abril.
A aluna Balbina Oliveira, do 10º E, apresentou uma palestra à turma do 10º D, sobre os Direitos de Autor. O que são? Para que servem? Quando foram “inventados”? Como protegê-los? Foram algumas das questões a que a aluna do Curso de Humanidades procurou responder, alertando os colegas para a importância deste tema. Colocar as aspas nas citações, indicar as fontes bibliográficas, não fazer downloads… são formas de preservar a autoria de um produto que nos é dado consultar, mas não usurpar.
As coordenadoras do Projeto avaliaram com Excelente o desempenho da Balbina. Aqui lhe deixam um muito obrigada pela adesão à iniciativa.
O Projeto Saber Português privilegia estas atividades em parceria com os alunos, pois desenvolvem competências de saber estar e saber fazer.

As coordenadoras do Projeto

Concurso de adivinhas na escola




Na passada sexta-feira, dia 26 de abril de 2013, realizou-se, na sala 2B da escola Cristina Torres, um concurso de adivinhas organizado pela turma do 10º F. A turma convidada foi o 7º C, que aderiu com entusiasmo e muita sabedoria. A iniciativa decorreu no âmbito da disciplina de português, com vista ao estudo do regulamento. Esta atividade tinha como objetivos não só estimular o gosto dos jovens pela tradição e pelo saber popular como também promover o convívio entre turmas de diferentes níveis. A turma do 7º C dividiu-se em sete grupos de quatro alunos, dos quais um saiu vencedor: Yuri Pinto, Zé Luis, Gabriel Rosa e  Marta Carvalho. Parabéns a todos!

Rita Ponte e Jorge Roque (repórteres) e Mariana Ribeiro (fotógrafa) –10º F