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domingo, 16 de dezembro de 2012

Trabalho de L. Portuguesa (que chegou vindo de trenó do Pai Natal...)


 Estudámos, nas aulas, de Português, alguns exemplos da literatura popular e tradicional. Entre outras propostas, lancei aos alunos o desafio de escreverem uma paródia, que é como quem diz a reescrita humorística de um conto. A Caroliny Alves, do 8ºA, foi particularmente bem- sucedida.
Nesta época natalícia, sempre mágica, deixamo-vos com um texto encantado e com humor. Espero que gostem!
Amélia R

Os três porquinhos



Era uma vez, numa aldeia distante, três porquinhos espertalhões. Estes eram irmãos e cada um tinha uma casa.
Certo dia, um lobo que por ali andava, sentiu grande fome e, lembrando-se dos porquinhos, resolveu ir atrás de cada um deles para garantir a sua jantarada.
Primeiro o lobo dirigiu-se à casa do irmão do meio, um porquinho muito, mesmo muito preguiçoso. Lá chegando, o lobo deparou-se com uma casa inacabada, sem telhado, sem pintura e nem acabamentos.
Ao aproximar-se da porta, que como sempre estava escancarada, o lobo entrou de rompante e com grande excitação exclamou:
- Olha só… mas que belo porquinho! Finalmente poderei comer algo realmente delicioso!
- Comer?! Ih…comer? Isso dá muito trabalho! Tens que me morder para tirar um bom pedaço, tens que mastigar, engolir e depois… depois eu ainda desço pelo teu esófago e tens que fazer a digestão … Ó meu Deus, eu nem consigo pensar na trabalheira que isso dá! Ó senhor Lobo, deixe de comer e viva como eu, in…ten…sa…men…te…  -  disse o porquinho que estava prestes a fechar os olhos.
O lobo, que rapidamente concluiu que aquele porquinho não passava de um molengão magricelas, que da vida nada fazia, resolveu ir atrás do irmão mais novo com a esperança de encontrar um jantar mais ativo.
Quando o lobo chegou à casa do porquinho, bateu com grande força à porta, que não demorou muito a ser aberta.
- Ó senhor Lobo… entre, entre! – convidou o porquinho que rapidamente tirava o avental sujo. – Chegou mesmo em boa altura. Acabei de fazer um chazinho e as bolachinhas de chocolate devem estar quase prontas…
O lobo, que estava a ser sutilmente empurrado para a mesa muito bem-posta, aceitou o convite.
Depois do chá, das bolachas de chocolate, do bolo de caramelo, da caneca de chocolate quente, da tarte de maça, da tigela de arroz-doce, do pudim, da marmelada, da mousse de chocolate e do pêssego em calda, já o lobo estava a ver estrelas.
- Bem… penso que… ui! Penso que por hoje é tudo. – disse aquele grande tufo de pêlo escuro enquanto que, em passos vagarosos, caia sobre a mobília do porquinho, tentando chegar à porta.
- Ó Lobinho, veja lá se não se esquece de tomar o copinho com o bicarbonato de sódio que lhe receitei! Uma boa digestão para si! – gritava o porquinho da porta de casa , enquanto que quase perdia o lobo de vista.
No dia seguinte, o lobo, que já estava pouco esperançoso, foi à procura do palacete do porquinho mais velho. Na entrada havia um grande portão que parecia feito de ouro e junto deste uma caixa de correio do lado de fora.
Quando o lobo chegou, reparou que a caixa de correio estava aberta, por isso não hesitou em ler a correspondência que estava devidamente direcionada para o próprio:
Excelentíssimo Lobo,
Visto que a sua espécie é carnívora e que eu pertenço à sua cadeia alimentar, prevejo que esteja aqui para comer-me. Como já calculava que este dia iria chegar, precavi-me através de um sistema de raios laser, bem como cerquei todo o meu palácio com cerca eléctrica e por fim as minhas câmaras instaladas avisar-me-ão caso haja algum problema.
Lobinho, fica desde já avisado que comigo estão os meus irmãos bem seguros, caso volte atrás deles.
P.S: Não fique exaltado, fiquei a saber que os sete cabritinhos estão muito apetitosos…tenta a tua sorte rapaz!
                                                                                  Porquinho Lupy

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Passar do muito para o pouco

INTRODUÇÃO:

Passar do muito para o pouco        
  
            Nora e Mary são duas irmãs americanas e milionárias que depois da morte do pai se veem na pobreza. Nora adapta-se bem, é bastante trabalhadora e não se importa a ter menos, já Mary pensa que o dinheiro é tudo, nunca acabou a escola e só pensa em compras, até se apaixonarem por Edward e Bruno e dá-se uma reviravolta.

            Um filme bastante mexicano de Angel Garcia com interpretação de Alexa Vega, Camille Belle,Vilmer Valderrama, Nicholas D´Agosto, entre outros...Que apesar da história engraçada e da transmissão de valores e qualidade, tem uma péssima realização e interpretação, pois as atrizes não souberam encarnar as personagens, nem a produção soube fazer bom cinema.

            É um produto que transmite de maneira fácil, mas pouco credível, a sua história.

            Transmite bastantes valores, especialmente a quem se identifica com a personagem Mary, pois ela apercebe-se que se pode transformar numa pessoa melhor tais como pode acontecer aos espectadores.      

            Uma história do século XXI baseado no livro de Jane Austen, mas bastante mal concebido. Julgo não ser das melhores produções do latino Angel Garcia.
Angel Garcia.  
                                                                      

                                                          

From Prada to Nada

                                                                                          
Maria Fernandes nº19
José Portulez nº16
8ºA
 (Prof.ª Amélia rRbeira)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Mais trabalhos de Língua Portuguesa da Prof.ª Irene Fontinha

Quero que as palavras…



… ajudem os homens a encontrar a paz
… ajudem a superar a tristeza e as dificuldades
… divirtam quem está triste
… digam sempre a verdade
… digam o que não possa ser dito
… digam o que sentimos
… digam tudo o que queremos
… digam aquilo que somos
… façam de nós grandes pessoas
… façam sempre alguém feliz
… façam sonhar
… mostrem dedicação
… não acabem
… não magoem os outros
… não sejam meramente palavras
… nos façam sentir melhor
… nunca nos separem de quem gostamos
… preencham corações vazios
… resolvam os conflitos no mundo
… se espalhem pelo coração dos homens
... sejam amorosas
… sejam de toda a gente
… sejam especiais para dizer: “Amar-te-ei sempre!”
… sejam positivas
… sejam sempre sinceras
… te lembrem como gosto de ti!
(Língua Portuguesa, 8º A e C)





É tão bom não ter juízo…


Ah, isso não é preciso!

É preciso é ser feliz
sem nunca partir o nariz!
Sonhar com o Farwest
para esquecer o teste

É tão bom ser um pirata,
puxar o rabo da gata.
É tão bom vê-la zangada
ou mesmo assanhada!

É tão bom ser um travesso,
vestir tudo do avesso;
levar ténis nas orelhas
e meias nas sobrancelhas.

É tão bom ser desastrado,
cair no lago calçado;
Sapos dissecar
Ver os bonzinhos gritar.

É tão bom no futuro não pensar
e brincar, e arreliar…

Se falam em corrupção,
mando-os soprar no balão.
Se me perguntam o que quero ser,
respondo: “Não queiram saber!”.

É tão bom ser mau
sem nunca levar tau-tau!

O pior é quando a mãe
Resolve ser má também!

Ana Isabel Romeiro e Ana Costa, 8º C

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A brincar com a Língua Portuguesa

Ensinar é alegria.
Surpresa de aprender
Com grande fantasia.
Orgulho de saber.
Lá vamos nós outra vez
Aprender a crescer

João Reis, Nº23, 8ºA



Recados para OrkutEm férias quero estar
Só saudade vai ficar.
Contudo, não vou estudar,
O ano vou chumbar.
Leituras não vou fazer
Amanhã é que vai ser!

Tatiana Neto, nº20, 8ºA e Miguel Costa, nº14, 8ºA




As férias a acabar,
Um longo ano a começar.
Logo que a escola terminar,
A praia vou aproveita,r
Só a saudade me vai atormentar.

Diana Silva, nº5, 8ºA e Anastasya Grakolska, nº22, 8ºA



ESTUDO ACOMPANHADO – Aula do dia 17 DE Maio de 2011, trabalhos elaborados pelos alunos da professora Carla Antunes

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Trabalhos de alunos da nossa escola - Língua Portuguesa/ Português Funcional


HARMONIA
É alegria;
É felicidade;
É amizade;
É paz;
É a família e os amigos;
É estar bem com os outros e
Sentir que eles estão bem comigo.
Harmonia é ver o futuro a sorrir,
É esperança num mundo melhor!

PORTUGUÊS FUNCIONAL
Pedro Cardoso – 8ºD


MÃE

É um auxílio bem presente,
Na hora da angústia
E nos bons momentos.
É sinónimo de carinho e afecto;
É refúgio e fortaleza…
Ensina-nos a enfrentar os problemas
E fortalece-nos.
Mãe é tudo…
Ampara-nos
Quando não há mais ninguém para nos ajudar.
É o (nosso) médico da alma!


Natanael Fernandes – 9ºD

 
EXERCÍCIO DE ESCRITA CRIATIVA:

Quando for crescido não quero ser
Um portista fanático
Que não sabe perder.
Não vou ser sportinguista,
Ai, isso é que não!
O que eu gosto mesmo de ser,
É um grande lampião!

Quando for crescido, não quero ser
Toxicodependente,
Amigos e família não ter.

Quando for crescido, não quero ser
Coveiro e enterrar pessoas,
Sabendo que também lá vou ter.

Quando for crescido, não quero ser
Professor de Português,
Ter que estar sempre a escrever;
É uma vida muito chata, 
A aturar aqueles rudes alunos
Que não param de me chamar.

Quando for crescido, não quero ser
Advogado ou juiz,
Acusar sem saber,
Proteger um criminoso infeliz.

O que é que se há-de fazer?
Tem que se ganhar dinheiro
Para poder sobreviver.

O que eu gostava mesmo,
Era de ser deputado,
Ter que ir à Assembleia,
Mas poder chegar atrasado.
Viver à custa do povo,
É do melhor que há,
Com carros e casas de luxo.
Mas só o futuro o dirá…

E depois, no fim de tudo?

Depois de ser deputado,
Quero viver o meu sonho,
Ser rico e reformado.

Estudo Acompanhado – Abril de 2011 – João Reis, 8ºA







Quando for grande não quero ser...
política, uma mulher de poder;
uma democrata, uma ministra;
deve ser uma grande chatice!

Quando for grande não quero ser...
professora, pois não tenho paciência para aturar estudantes.
quero é estar em Oura,
ir à praia e ler livros de Dante.

Quando for grande não quero ser...
pasteleira, levantar-me cedo e deitar-me tarde
todos os dias da semana;
não quero andar sem eira nem beira.

Quando for grande não quero ser...
advogada, pois não tenho intenção de conhecer criminosos.
Quero é estar na minha cama, com a minha almofada,
sem ter de  pensar em nada.

No fim de tudo isto,
quando for grande quero ser...não sei bem o quê!
Quero errar e aprender com os meus erros,
perder o comboio e conhecer gente nova…
E o que irei ser?
Só o futuro o dirá.
E quando isso acontecer, irei crescer!
 
Ana Raquel nº2/7ºC
 AEC de Língua Portuguesa –  aluna da Professora Carla Antunes

 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Paz… o Mundo espera-te. E eu também!

Paz… um estado mundial difícil de alcançar. A ganância é uma das suas principais inimigas, pois cega os Homens, que não olham a meios para atingir os fins.
Se todos fôssemos amigos, nos preocupássemos com o próximo e nos puséssemos na situação dos outros, a paz verificar-se-ia.
         O problema é que mais de metade da população mundial são uns “tonis”, que se preocupam apenas com a sua pessoa, pensando que o mundo é deles, ignorando os restantes biliões de seres humanos.
         São esses “tonis” que provocam a fome, fazendo com que muitas crianças e adultos não tenham comida, morrendo todos os dias milhares e milhares de seres humanos.
         Um mundo sem guerras nem fome, onde todos os Homens fossem iguais, independentemente da cor, religião ou possibilidades económicas, foi o sonho de grandes Homens, entre eles aquele que eu considero o melhor dos melhores - o meu avô.

Ana Isabel Bernardes Romeiro – nº3 – 8ºC


MEMÓRIAS

(a partir das palavras: céu; escuro; furioso; nau)

Era de noite, mas o céu brilhava. A ténue luz da lua atravessava a parede envidraçada da sala e batia no sofá. Estava a ver televisão com o meu pai; o Jornal da Noite parecia nunca mais acabar. Ele bebia goles nervosos da lata de cerveja que estava em cima da mesa de apoio. A ideia de viver com ele, outrora, teria sido assustadora, mas já me habituara. A minha irmã dormia no berço sem imaginar os perigos do Mundo. Pura inocência. O silêncio naquela sala de estar era, no mínimo, constrangedor.
Olhei pela janela e, ao fundo, a lua cheia fazia a água escura do mar brilhar; em resposta, a areia estava branca. A natureza era realmente exuberante.
Abandonei aquele silêncio furioso em direcção à praia. Sentei-me na areia junto à água. As ondas rebentavam suavemente. Lembrei-me do Verão. Lembrei-me de quando ia com a minha mãe à praia, teria uns 4 anos, e nos sentávamos juntas na areia, onde ela me contava histórias magníficas sobre naus e cargueiros, barcos à vela e caravelas. Havia sempre uma história nova, com emoção e aventura.
Não notei que as lágrimas me escorriam pela cara ao lembrar-me daquelas memórias. Suspirei. MÃE.
 A pessoa mais importante das nossas vidas. E a pessoa que eu já não tinha.
Voltei para dentro, sentei-me ao colo do meu pai e adormeci, como se jamais alguma memória se tivesse apoderado de mim.

Aluna: Cláudia Cristina De Melo Branco