sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Comemoração dos Direitos Humanos

10 de Dezembro – Dia dos Direitos Humanos
Aquando da comemoração dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), disse Irene Khan (Secretária-Geral da Amnistia Internacional):

“As pessoas que vivem na pobreza não têm acesso ao poder que pode mudar as políticas que podem erradicar a pobreza e é-lhes frequentemente negada compensação para as violações dos seus direitos humanos”

         Tomemos o continente africano como exemplo: ali podemo-nos deparar com massacres colectivos, com hostilidades sangrentas que opõem grupos étnicos e/ou religiosos, com a repressão e a tortura institucionalizada e, apesar de tão graves violações dos Direitos Humanos, os cidadãos não são, como a própria DUDH prevê, protegidos “contra qualquer discriminação que viole a (…) Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação” (Art. VII).
Mas por que é que nada disto muda?
Para que a situação se revire são necessários, em cada país, governos competentes, consciencializados para o respeito pela DUDH e, sobretudo, instruídos.
No entanto, para que a instrução seja concretizada, são necessárias escolas, que para funcionarem necessitam de professores, ou seja, pessoas instruídas. O problema aqui está no facto de a rede escolar dos vários países africanos ser praticamente inexistente e, em países subdesenvolvidos, onde não há dinheiro nem para comer, as crianças, para sobreviver, têm de ir trabalhar, ou seja, não podem ir para a escola, que, muitas vezes, fica longe de casa. E isto não acontece com cem ou duzentas crianças: acontece com milhares delas, de norte a sul do continente, o que nos leva a concluir que não há número suficiente de pessoas qualificadas para assegurar a instrução, que “será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais” e ”promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as actividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz” (Art. XVII).
A Constituição da República Portuguesa reconhece a DUDH e, além disso, ainda temos constituído, no art. 74, que “Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.”, ou seja, está assegurada instrução a todos os cidadãos, verificando-se até o aumento gradual do nível da escolaridade obrigatória, sendo, neste momento, obrigatório estudar até ao 12º ano, podendo, livremente, a pessoa optar por seguir ou não para o ensino superior.
 Contudo, havendo tanta gente no mundo que quer estudar para mudar o seu país e não pode, em Portugal, os alunos, muitas vezes, não dão valor ao bem que têm, não percebendo que a instrução não serve só para adquirir conhecimentos, mas também para abrir mentalidades e horizontes e alertar consciências para a necessidade de respeito pelos Direitos Humanos como forma de desenvolvimento harmonioso dos países e do mundo, numa época em que o conceito de globalização é cada vez mais discutido e se torna uma realidade inevitável.
Comemorem este dia, reflectindo acerca disto, para que todos os dias possam ser Dia dos Direitos Humanos.

Inês Marques, 12ºE, nº 10


No dia 10 de Dezembro de manhã,  foi lido em quase todas as salas de aula da Escola  o seguinte textinho, da aluna Ana Sofia do 12º E , a propósito de "Direitos Humanos":

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais
embora nem sempre estes dirreitos sejam reais.
A Escravatura já foi abolida,
mas será que todos respeitam a vida?
Toda a pessoa pode escolher a sua religião,
 sem sofrer qualquer tipo de descriminação.
Todos têm direito à liberdade.
Mas será esta a nossa realidade?

Pobreja, fome e destruição:
é a realidade a que queremos dizer NÃO!

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

20º Prémio Literário Cristina Torres

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CEB DE CRISTINA TORRES
 
20º PRÉMIO LITERÁRIO CRISTINA TORRES
 
"BICHOS"

REGULAMENTO




1.    A Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico de Cristina Torres vem realizar uma vez mais o prémio literário instituído em homenagem da sua patrona.

2.    Este prémio tem por objectivo revelar e divulgar novos valores literários, com o intuito de promover a criatividade e a expressão estética dos jovens estudantes do concelho da Figueira da Foz.

3.    Podem participar no concurso todos os alunos que, no ano lectivo de 2010 / 2011, se encontrem matriculados no 3° Ciclo do Ensino Básico (7º, 8° e 9° anos) ou no Ensino Secundário (10°, 11° e 12° anos).

4.    Os alunos deverão concorrer de acordo com o seu nível etário:

Escalão A - dos 11 aos 13 anos
Escalão B - dos 14 aos 16 anos
Escalão C - dos 17 aos 20 anos

5.    Este concurso contempla as modalidades de POESIA e PROSA.

6.    As obras concorrentes devem subordinar-se ao tema Bichos; devem ser originais e inéditas; apresentadas em três exemplares dactilografados a um espaço e meio, devidamente numerados, em folha de formato A4, com limite máximo de três páginas para a modalidade de poesia e de dez para a modalidade de prosa.

Os textos concorrentes poderão ser entregues na secretaria da escola promotora do “Prémio”, ou enviados para:

“Prémio Literário Cristina Torres”
Escola Sec. c/ 3º CEB de Cristina Torres
3080-831 Figueira da Foz


7.    O prazo de entrega dos trabalhos termina a 11 de Março de 2011.

8.    A identificação do autor (nome, idade, número do aluno, turma, ano e a escola a que pertence) deverá entregar-se em envelope devidamente fechado; no rosto do envelope deve constar:


ü “Prémio Literário Cristina Torres"
ü Pseudónimo
ü Escalão a que pertence
ü Modalidade a que concorre;

9.       Os candidatos que concorrem a mais do que uma modalidade, ou com mais do que um texto, devem usar um pseudónimo diferente para cada texto.

10.   O Júri será constituído por cinco professores da Escola promotora do concurso (dois de Português e três de outras disciplinas).

11.   0 Júri reserva-se o direito de publicar os textos premiados.

12.   0 Júri reserva-se o direito de não atribuir os prémios, caso entenda que nenhum dos textos apresentados a concurso revela qualidade literária merecedora de distinção.

13.   Além de diversos prémios, serão atribuídas menções honrosas.

14.   As decisões do Júri serão comunicadas a partir do dia 11 de Abril de 2011.

15.   Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste regulamento serão resolvidas pelo Júri, cujas decisões não são passíveis de apelação.





quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Assinalou-se na Escola O Dia Mundial da Luta Contra a Sida


O Laço gigante com as velas

A Equipa do Projecto PES, o Grupo de Biologia e Geologia, a Biblioteca Escolar e o COJ assinalaram no dia 30 de Novembro o Dia Mundial da luta Contra a Sida.
No Polivalente foi montada uma tenda com material para distribuir aos alunos, desde folhetos, a pins, lápis, canetas... provenientes da Comissão Nacional da Luta Contra a Sida. Por todo o Polivalente e no exterior a caminho do Bloco A, as colunas foram revestidas com plástico vermelho e em cada uma foi colada uma frase de alerta. Perto da tenda existia o Placard "Sabias que?" com envelopes, onde no seu interior existia uma frase de resposta a dúvidas sobre o tema. às 11.45 foi feito um laço vermelho (símbolo da luta contra a Sida) no chão do Polivalente, sobre o qual foram acesas centenas de velas. O impacto visual e simbólico do acto foi marcante para toda a Comunidade Escolar.
A Professora Delfina coloca as velas

A Tendinha

A Bia do COJ, as Professoras Delfina e Anabela Bruno
A Biblioteca Escolar decorou o Placard da BE com livros, frases de alerta, revistas, folhetos a lembrar os alunos do perigo que esta doença representa na saúde pública, no início do séc. XXI.

Vitrine da BE

 Placard "Sabias que?"
Frases de Alerta nas colunas

Assim, se assinalou mais um Dia Mundial da Luta Contra a Sida na nossa Escola. Nunca é demais relembrar os efeitos deste flagelo para a Humanidade.

Alunos da Escola fizeram visita a BIOCANT

Visita de Estudo ao BIOCANT
Na passada terça-feira, dia 23 de Novembro, a turma 11ºB realizou uma visita de estudo ao Centro de Ciência Júnior do BIOCANT em Cantanhede. A visita inserida no tema “Crescimento, Renovação Celular e Reprodução”, na disciplina de Biologia, teve a orientação da professora da disciplina de Biologia-Geologia, Cristina Pedrosa.
Pelas 8h30min, a turma reuniu-se na portaria da escola, à espera do autocarro que os levou até Cantanhede. Durante a animada viagem os alunos tocaram e cantaram canções para tornar a viagem menos monótona.
Ao chegarem ao destino, a turma dirigiu-se até à entrada do edifício onde está instalado o Centro de Ciência Júnior. Durante a manhã, a turma esteve no laboratório do centro a realizar experiências com micropipetas e a fazer electroforese de corantes, materiais e técnicas que desconheciam, para preparar a experiência da tarde. Cerca das 12h00, o almoço foi servido no refeitório do BIOCANT, seguido de uma pausa para descansar. Durante a parte da tarde, os alunos puderam sentir-se na pele de um criminalista e fizeram a identificação de um criminoso por perfil de ADN, consolidando a matéria aprendida nas aulas e no próprio centro.
Após a visita, cerca das 16h00, os alunos e professora dirigiram-se de novo para o autocarro de regresso à Figueira da Foz. Mais uma alegre viagem, com música e diversão, onde também se analisaram os aspectos positivos e negativos e o sucesso da visita.



Inês Eulálio, nº14, 11ºB
29 de Novembro de 2010

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Texto de uma aluna - Disciplina de Língua Portuguesa

“Nós também somos ”feitos” pelos livros que nos marcaram, pelos filmes que vimos e pelas músicas de que gostamos.”
Manuel Gusmão



Não há pessoas más, tal como não há pessoas boas. Há pessoas, apenas. As pessoas “vão-se fazendo”. Fazem-se, aos poucos, moldadas pelo mundo que as rodeia, adaptando-se à sociedade e mudando de acordo com as vivências. As coisas que fazemos fazem-nos a nós e, no fundo, é por isso que são feitas. É por isso que a arte existe. É por isso que a arte é feita. É porque somos feitos dela.
                Um dia, Walt Disney (partindo de Shakespeare) disse: “Somos feitos da mesma substância que os sonhos”. E depois fez-nos ter sonhos, recorrendo, claro está, à arte. Criou filmes que fizeram a nossa infância. Criou filmes que nos fizeram crescer, mas, ao mesmo tempo, sermos sempre crianças. Criou filmes que nos fizeram sonhar. A verdade é que somos feitos desses filmes. “A Bela e o Monstro” ensinou-nos que devemos amar as pessoas apesar da aparência. “Cinderela” fez-nos acreditar que podemos ser quem nós quisermos, mesmo que só por uma noite. “A Pequena Sereia” recordou-nos que, por vezes, temos de abdicar do que temos para perseguir os nossos sonhos. Todos estes filmes deixaram um pouco deles dentro de nós. E no fundo, sim, somos feitos da mesma substância que eles. Somos feitos da mesma matéria que os sonhos.
                A propósito disto tenho a dizer que ainda hoje espero por uma carta, trazida por uma coruja-das-neves, que me diga que Hogwartz está à minha espera. Mais uma coisa que fez a nossa infância: os livros da saga “Harry Potter”. Obrigada J. K. Rowling, obrigada por ter feito de mim e de milhões de jovens pessoas melhores, pessoas que acreditam em magia, pessoas que quando estão no escuro dizem “lumos” e parece-lhes que tudo fica mais iluminado. É isto que nos faz. Pequenas palavras, pequenas magias, pequenas esperanças.
                Somos feitos também de sons, de imagens, de cheiros... Somos feitos de canções de embalar, que a nossa mãe nos cantava; músicas que acompanharam o nosso primeiro baile; sons que nos recordam pessoas e momentos e que, quando os ouvimos, é-nos quase impossível não sorrir… ou não chorar. E somos feitos de imagens: momentos que vivemos, vidas diferentes das nossas e até pequenos rabiscos, que para nós não são mais que arte.
Inês Isabel Raposo Capelo (11º E)
Novembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Entrevista à Directora de instalações (a estufa) Dr.ª Inês Mendes

 Novo ano, vida nova na estufa da Escola. Fomos até lá e encontrámos a Directora da estufa a trabalhar com os seus alunos. Tirámos-lhes umas fotos e fizemos-lhes as seguintes perguntas:

  
      Quem coordena e dinamiza este espaço?
   Sou eu, a directora, aceitando, na medida do possível, as sugestões dos dois alunos: João Pereira do 7ºA e do Micael Pereira do 8ºano B.
       Que tipo de alunos aqui trabalha?
   A estufa funciona, apenas, comigo e com estes dois alunos, duas vezes por semana. Estes dois alunos trabalham aqui comigo numa área de estágio-jardinagem.
       O que está plantado neste momento na estufa?
          Neste momento há um tabuleiro com vários canteiros plantados com ervas aromáticas: salsa, coentros, tomilho, manjericão, hortelã, erva do caril, limonete…
         Nos talhões, temos alecrim, rosmaninho e espécies hortícolas: cenoura, alface, tomate, couves e morangueiros…
           O que tem sido plantado até agora? São culturas da época?
          Temos tentado colocar aqui, sobretudo, produtos da época que são mais saudáveis, sem recurso a fertilizantes e a pesticidas…
           Que outras actividades são realizadas por vocês?
    Temos também pintura de vasos, manutenção de canteiros da escola, limpeza das folhas que caem no Outono. Limpamos o lago e fazemos compostagem, há um contentor cedido pela Câmara para o efeito.
Como se tem feito a compra de géneros aqui plantados? Há verbas para isso?
     Há uma verba da escola que cobre todas as despesas. 
Que tipo de pragas assolam a estufa? 
           São sobretudo pragas de caracóis e de lesmas. 
      O que tem estado a ser recolhido neste momento?
     Neste momento apenas tomates e aromáticas. O resto está em fase de crescimento. 
Há projectos para o futuro?
     Sim, em relação às aromáticas. Estamos a pensar fazer pesquisa na Internet para a elaboração de folhetos onde constem as características destas plantas aromáticas, a sua utilização em culinária com a indicação de receitas onde elas possam ser utilizadas e dos seus efeitos benéficos para a saúde…

Prof. Carlos Pereira
 (15 de Nov. 2010)

domingo, 28 de novembro de 2010

24º Aniversário da nossa Escola nos dias 24 e 25 de Novembro

24º Aniversário da Escola Cristina Torres

Terminaram no dia 25 de Novembro as comemorações do 24º Aniversário da Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres. Trataram-se de cerimónias evocativas, sobretudo em honra da Patrona da Escola: Cristina Torres dos Santos. A ideia principal prendeu-se com a vontade da escola de divulgar a vida e obra de Cristina Torres, para que o seu contributo seja melhor conhecido pelas novas gerações.



É de salientar, que em todo o Concelho, esta é a única escola que possui uma Patrona, o que de facto constitui motivo de orgulho para a sua comunidade educativa. Cristina Torres, figura de relevo da nossa cidade, teve desde sempre uma intensa intervenção cívica, política e cultural. O seu percurso de vida, que lhe impôs trabalhar desde cedo e estudar em simultâneo, com o desejo expresso de um dia vir a ser professora, fez dela uma lutadora e uma sobrevivente numa sociedade ainda patriarcal. A seu ver, o ensino era a mais nobre das profissões e a aprendizagem era libertadora. Teve uma intervenção regular em jornais locais e em revistas como o Álbum Figueirense, mas também (e com grande destaque) na mítica revista Seara Nova, onde os seus temas recorrentes eram: a educação, a protecção da infância, a alfabetização do povo, a protecção das mulheres, a protecção da vida, mas também a defesa de questões polémicas como o divórcio, a emancipação da mulher, a instrução da mulher… Foi, sem dúvida, uma mulher muito à frente do seu tempo, por isso tão polémica e tão pouco consensual na cidade que a viu nascer (de acordo com uma expressão de Joaquim Sousa, “Cristina Torres só viria a ser consensual após a sua morte”), como normalmente acontece aos grandes vultos.
Figura impar da nossa cidade, convicta das suas crenças e ideias, não se coibindo de expressar os seus ideais Republicanos e Democratas, o que lhe valeu um afastamento compulsivo do ensino na nossa cidade, durante o Estado Novo) e o seu exílio em Braga. Na opinião de Teresa Coimbra, “Só, e tão só, por motivos políticos, Cristina Torres foi afastada da sua cidade, o que lhe causou enorme sofrimento.”
Mas, o que mais amava fazer, era ensinar, continuou sempre a fazê-lo, mesmo fora de estabelecimentos de ensino, na imprensa, em conferências e em sua casa em lições particulares. Por isso, a Figueira da Foz não poderia ter-lhe dado melhor honra do que ter-lhe atribuído o nome de uma escola. Isso sim, teria sido ambição de Cristina Torres.

A Escola de Cristina Torres, este ano, em que se comemorou o 24º ano de existência, mobilizou toda  a comunidade escolar e educativa para a participação nos festejos, que incluíram uma Palestra no Casino, no dia 24 de Novembro na qual foram oradores a Professora Clara Martinho (estudiosa de Cristina Torres) e o Dr. Joaquim de Sousa ( que teve a honra de conviver de perto com a homenageada,  o que lhe confere grande autoridade nessa matéria).



Professora Clara Martinho (ao centro) foi a Palestrante sobre
Cristina Torres.

De seguida, também no palco do Salão Nobre do Casino da Figueira, foi à cena uma peça de teatro sobre “Republicanos Figueirenses” pelo Clube de Teatro da Escola “Natural Invenção”, tendo como coordenadores os professores Victor Marques e Rosa Cação. 



 Deu-se continuação à noite de festa, com um jantar onde estiveram presentes professores, funcionários, alunos, familiares e convidados.





No dia 25 de Novembro, as comemorações deram lugar a uma cerimónia cívica, em que foram hasteadas as bandeiras perante o Director da Escola, o Presidente da Assembleia de Escola e Individualidades da Autarquia Local. De seguida foram descerradas as lápides da rotunda perto da Escola de Cristina Torres, tendo sido inaugurada a sua terceira marca indelével na toponímia local. Seguiu-se uma cerimónia de atribuição de prémios aos melhores alunos da escola de Cristina Torres referentes ao ano lectivo transacto, distinguindo desta forma o mérito dos melhores alunos.
Foram proferidos discursos emotivos, que relembraram Cristina Torres, a sua vida e a sua obra. Tudo o que foi feito, apesar de ter sido relevante, é sempre pouco se compararmos com a grandeza de carácter e o legado de Cristina Torres à nossa cidade.


 Inauguração da Rotunda "Cristina Torres"

 O Director da Escola profere um discurso. Mesa constituída por: Dr.ª Teresa Coimbra, Calos Monteiro (Vice-Presidente da Cãmara Municipal) e Fernando Miranda (Presidente do Conselho Geral da Escola).
O Salão Polivalente com convidados
Alunos Premiados com respectiva Directora de Turma.

Um grupo de dança

Uma aluna cantora