sexta-feira, 4 de março de 2011

Os nosso alunos vestiram a pele de artistas...

Respondendo a um desafio lançado pela professora Cristina Seixas à professora Margarida Cristo e aos alunos das turmas A, B e D do 9º Ano, os alunos  tentaram esboçar a fachada principal da nossa escola. O objectivo é seleccionar o melhor trabalho para constar no Anuário de 2010/11.


Curiosidades sobre o IMPÉRIO ROMANO

Segundo a lenda, a cidade de Roma foi fundada por dois irmãos, Rómulo e Remo, criados por uma loba.


De uma pequena cidade, Roma, o Império Romano tornou-se num dos maiores impérios da antiguidade.
Os romanos dominaram toda a bacia do Mar Mediterrâneo.
Com as suas invenções e descobertas, contribuíram para o desenvolvimento de todas as zonas conquistadas.
Os romanos eram um povo muito realista. Por exemplo, as estátuas que construíam eram muito reais: se alguém fosse feio ou narigudo, a sua estátua também o seria. Eram também soldados destemidos e construtores habilidosos: construíram imensas estradas por todo o império e todas elas levavam a Roma. Construíram também pontes, aquedutos e esgotos.
Os Romanos gostavam muito de jogos. Eram os únicos estrangeiros admitidos pelos gregos nos «Jogos Olímpicos» e criaram os «Jogos do Circo», onde os gladiadores enfrentavam outros gladiadores e até animais. Os jogos do circo decorriam no famoso Coliseu.
A população romana estava dividida em dois grandes grupos: os patrícios (nobres e militares) e os plebeus (o restante grupo). Nenhuma das classes sociais usava talheres, todos comiam com as mãos!
Numeração Romana: ainda hoje utilizamos o Sistema de Numeração criado pelos romanos. O mesmo pode ser observado nos relógios, na designação de datas, nos capítulos de livros, etc…
As leis romanas eram respeitadas, como forma de manter todo o Império unido
Todos os romanos, ricos ou pobres, eram muito vaidosos. Antes de saírem a rua, dedicavam-se a uma actividade muito importante: lavar-se, vestir-se, e ornamentar-se.
Os pontos de encontro e de divertimento eram as termas, onde se praticavam os famosos «banhos». Aí, os romanos tinham piscinas aquecidas, lojas, ginásio e usufruíam de passeios a pé, em lindos jardins.












Romanos Famosos
Imperadores: Júlio César, Calígula, Nero, Calígula, Marco Aurélio…
Escritores: Cícero, Virgílio, Horácio, Tito Lívio…

terça-feira, 1 de março de 2011

Núcleo de Bodyboard e Surf da nossa escola

O Núcleo de Bodyboard e Surf da nossa escola  já está nas ondas do Cabedelo e na imprensa local, Diário de Coimbra, e especializada, Vert Magazine. 

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Os Alunos da Cristina Torres no Casino no Atelier de Alimentação Saudável


A convite da Câmara Municipal da Figueira da Foz, no dia 25 de Fevereiro, pelas 14.30 os alunos do 9º B da nossa escola rumaram de autocarro ao Casino, para participar no Atelier de Alimentação Saudável promovido pela Autarquia, com o mote: Motivar, Inovar, Projectar Figueira!



Os nossos alunos foram acompanhados pelos professores: Delfina Silva, Anabela Bruno, Pedro Jorge e Isabel Sousa.O Director, Maomede Cabrá, também se deslocou ao Casino para estar presente nesta actividade.
Duas alunas da nossa escola vestiram-se de "frutinhas" e estiveram a fazer a recepção aos participantes, que entravam no Salão Café do Casino.
Durante a sessão tivémos o prazer de ouvir os conselhos de Filipa Vacondeus e das nutricionistas Ada Rocha e Susana Montenegro.


A nossa escola participou com uma apresentação em powerpoint com actividades realizadas no âmbito de actividades do Dia da Alimentação dinamizadas pela Equipa PES em colaboração com o COJ.
No final, ficámos mais conscientes dos erros que cometêmos na nossa alimentação e que a sopa é saudável e fundamental para a nossa saúde.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Soneto do 10ºE

A turma de Literatura Portuguesa 1 esteve a aprender como se faz um soneto, numa aula dada pela aluna Maria Andreia, nº 21. Desse trabalho resultou uma produção colectiva com alguma graça, sobretudo se soubermos que cada estrofe foi feita sem sequência, isto é, cada grupo produziu uma estrofe desconhecendo as restantes. O tema dado foi a Adolescência. Se repararem, verificam que nem todos os versos são decassílabos… talvez para a próxima.

SER ADOLESCENTE

Ai que infeliz é o meu calvário!
Olhar no espelho esta minha face,
Ter de agir constantemente com classe
E enfrentar esta idade do armário.

Eu vejo olhares indiferentes,
Muitos sorrisos largos e vazios
Todos os cantos parecem vazios
Mas salvam-me os teus olhares ardentes.

Se aquilo que queres é o meu amor,
Farás com que me apaixone por ti
Mostrando-me que vais dar-me valor.

Parece que tudo está contra mim,
Quero tudo, mas não quero nada
Só tenho medo, medo do meu fim!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Biblioteca Escolar voltou ao Hospital...

Missão... Projecto "Uma História e um Sorriso".



Voltámos ao Hospital e lá encontrámos meninos que já conhecíamos de outras escolas e de outras bibliotecas... foi emocionante.
Lêmos histórias e adivinhas. Votos de melhoras!
Atá à próxima...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Billy Eliot - Opinião dos nossos alunos sobre o filme

No âmbito do Projecto de Educação Sexual, os alunos do 11º D assistiram, no dia 13 de Janeiro, ao visionamento do filme Billy Elliot, seguido de um debate. Neste debate, estiveram presentes, para além da professora de Inglês, Dra. Isabel Fraga, que passou o filme, o professor de Educação Física, Dr. Rui Loureiro, e a directora de turma, Dra. Paula Matos.
A partir da reflexão, foram redigidos dois relatórios, elaborados, respectivamente, por um aluno e uma aluna da turma, que a seguir se transcrevem.

A opção de Billy não foi fácil de assumir devido à pressão da família, a uma sociedade preconceituosa e a um governo conservador. Ao assumir a sua opção pelo ballet em detrimento do boxe, Billy teve de enfrentar obstáculos como a família e a sociedade.
A reacção inicial do pai e do irmão face à sua opção de vida era previsível. A rejeição da família pode ser explicada, quer por factores externos, como a mentalidade predominante, quer por factores internos, pois já o seu avô tinha sido praticante de boxe e isso funcionava como uma ligação entre o avô, já falecido, o pai, o irmão e Billy. A mudança de comportamento do pai de Billy deve-se às capacidades do filho, à sua persistência e à melhoria das condições de vida que lhe eram oferecidas, se seguisse a profissão de bailarino. Se este jovem fosse homossexual, muito provavelmente a sua carreira não tinha chegado onde chegou, pois o apoio do pai não teria sido o mesmo e não iria ser levado a sério. Outro aspecto interessante do filme é que nos permite questionar a própria noção de masculinidade. O pai de Billy que representa a figura do “macho” vê esta sua imagem posta em causa, quando decide quebrar o piquete de greve, ele que tinha sido um dos maiores impulsionadores da contestação. No entanto, se tivermos em conta os motivos que o fizeram regressar ao trabalho, podemos considerá-lo como mais corajoso que qualquer outro seu colega laboral.
Existem desportos direccionados para homens e para mulheres. Não quer dizer que um homem não possa participar num desporto direccionado para mulheres ou vice-versa, quer apenas dizer que estes se adaptam melhor às características de determinado sexo. Devemos, portanto, seguir os nossos sonhos, independentemente da opinião dos outros.

                                                               Joana Soqueiro, nº15,11ºD

Billy Eliot - Um filme em análise


A opção de Billy Elliot não foi fácil de assumir, pois existia demasiada pressão e preconceito por parte da família, o que era agravado pela época difícil que estavam a viver.
Como tal, e enquanto obstáculos, Billy teve de enfrentar uma família condicionada por uma mentalidade fechada, reflexo da própria mentalidade da sociedade vigente.
A reacção inicial do pai e do irmão é compreensível atendendo à época vivida e à sociedade na qual estavam inseridos; isto pelo facto de Billy não ter optado pelo boxe, desporto tradicional na família.
Ao longo do filme, o comportamento do pai foi-se alterando, porque este se apercebeu do verdadeiro potencial do filho. Outro factor foi a possibilidade de o filho melhorar a sua vida, caso fosse à audição.
Se a orientação de Billy fosse homossexual, ele não teria chegado onde chegou, pois existia um enorme tabu face ao tema da homossexualidade, naquele tempo.
Não existe exclusividade em determinados desportos, profissões ou comportamentos para homens ou mulheres.
Devemos seguir os nossos sonhos independentemente da opinião dos outros. Também devíamos ir mais além para conquistarmos os nossos sonhos e não para agradar aos outros.

                                                                            Pedro Barbosa, nº 21, 11º D