quinta-feira, 7 de abril de 2011

Participação na iniciativa "Salvar o Planeta plantando uma árvore"




No dia 21 de Março, a Turma do 12º Ano B  e a Turma do 7º C, deslocaram-se à Serra da Boa Viagem para participar na iniciativa “Salvar o Planeta – Plantando uma Árvore”. Esta campanha visa reflorestar o nosso pulmão da cidade, que é a Serra da Boa Viagem, tão fustigada pelos incêndios. A dinamização deste projecto ficou a cargo dos alunos do 12º B  , cuja Directora de Turma é a professora Ana Varandas. A acompanhar a turma do 7º C foi a professora Fernanda Mendes. As professoras Cristina Pedrosa e Inês Mendes.
Uma iniciativa louvável... o Planeta agradece.

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Cristina Torres representada na Final Nacional das Olímpiadas de Matemática

Pelo terceiro ano consecutivo a Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres irá estar representada na Final Nacional das Olimpíadas Portuguesas de Matemática (este ano é a XXIX edição).
Nos dois anos anteriores estivemos representados na categoria B pelo Joel Viegas (ganhou uma medalha de prata) e no ano passado pelo Fábio Costa (não chegou às medalhas mas conseguiu uma boa prestação).
Este ano será na categoria A e o representante será o aluno Yevgen Zhydkykh do 8º ano.
A final irá decorrer de 07 a 10 de Abril na Escola Secundária Carlos Amarante em Braga.
Os nossos parabéns ao Yevgen e votos de que tenha uma boa prestação.
Prof. Pedro Ferreira

Visita dos alunos do 8º Ano a Ílhavo



No dia 22 de Março fomos em Visita de Estudo. Num autocarro embarcaram os alunos do 8ºA e C e dois dos seus professores e no outro autocarro os alunos do 8ºB e 8ºD com três professores. O destino era o Museu de Ílhavo e o antigo bacalhoeiro Santo André


No museu vimos um pequeno vídeo sobre a pesca do bacalhau e depois foi-nos explicado como é que o peixe era preparado e como era a vida a bordo dos barcos.

       Mais tarde seguimos para junto da ria e visitámos aquele que foi o segundo bacalhoeiro do mundo em quantidade de peixe. Até houve tempo para se experimentar…






 Nós achámos uma Visita de Estudo muito interessante e a pesca do bacalhau muito importante para o país.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Paz… o Mundo espera-te. E eu também!

Paz… um estado mundial difícil de alcançar. A ganância é uma das suas principais inimigas, pois cega os Homens, que não olham a meios para atingir os fins.
Se todos fôssemos amigos, nos preocupássemos com o próximo e nos puséssemos na situação dos outros, a paz verificar-se-ia.
         O problema é que mais de metade da população mundial são uns “tonis”, que se preocupam apenas com a sua pessoa, pensando que o mundo é deles, ignorando os restantes biliões de seres humanos.
         São esses “tonis” que provocam a fome, fazendo com que muitas crianças e adultos não tenham comida, morrendo todos os dias milhares e milhares de seres humanos.
         Um mundo sem guerras nem fome, onde todos os Homens fossem iguais, independentemente da cor, religião ou possibilidades económicas, foi o sonho de grandes Homens, entre eles aquele que eu considero o melhor dos melhores - o meu avô.

Ana Isabel Bernardes Romeiro – nº3 – 8ºC


MEMÓRIAS

(a partir das palavras: céu; escuro; furioso; nau)

Era de noite, mas o céu brilhava. A ténue luz da lua atravessava a parede envidraçada da sala e batia no sofá. Estava a ver televisão com o meu pai; o Jornal da Noite parecia nunca mais acabar. Ele bebia goles nervosos da lata de cerveja que estava em cima da mesa de apoio. A ideia de viver com ele, outrora, teria sido assustadora, mas já me habituara. A minha irmã dormia no berço sem imaginar os perigos do Mundo. Pura inocência. O silêncio naquela sala de estar era, no mínimo, constrangedor.
Olhei pela janela e, ao fundo, a lua cheia fazia a água escura do mar brilhar; em resposta, a areia estava branca. A natureza era realmente exuberante.
Abandonei aquele silêncio furioso em direcção à praia. Sentei-me na areia junto à água. As ondas rebentavam suavemente. Lembrei-me do Verão. Lembrei-me de quando ia com a minha mãe à praia, teria uns 4 anos, e nos sentávamos juntas na areia, onde ela me contava histórias magníficas sobre naus e cargueiros, barcos à vela e caravelas. Havia sempre uma história nova, com emoção e aventura.
Não notei que as lágrimas me escorriam pela cara ao lembrar-me daquelas memórias. Suspirei. MÃE.
 A pessoa mais importante das nossas vidas. E a pessoa que eu já não tinha.
Voltei para dentro, sentei-me ao colo do meu pai e adormeci, como se jamais alguma memória se tivesse apoderado de mim.

Aluna: Cláudia Cristina De Melo Branco