segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

“Atlas do corpo e da imaginação”


Na minha opinião, um “Atlas do Corpo e da imaginação” é toda a planificação do
nosso pensamento, contudo vista através de várias perspetivas.
A nossa imaginação, tal como o nosso
corpo, não têm apenas um caminho possível para
serem analisados. Sobretudo no campo da
imaginação, o atlas é aquilo que nos lembra que
há sempre outro caminho a seguir, mas que nunca
devemos excluir definitivamente nenhum desses
caminhos.
A ligação que existe entre o corpo e a
imaginação é aquilo que faz com que seja possível
soltar os sonhos do campo imaginativo e torná-los
reais, se bem que segundo Gonçalo M. Tavares, a
reflexão por si só já seja uma ação.
Concluindo, um “Atlas do Corpo e da
Imaginação” é não só aquilo que une o pensar
com o fazer, como é também o que nos faz
associar diferentes perspetivas a uma só situação,
que por sua vez é o que torna possível viver em
sociedade, sem nos isolarmos. Portanto, um “Atlas
do Corpo e da Imaginação” é como um manual
que nos ensina a lidar com nós mesmos e a
relacionarmo-nos com o mundo.


Balbina Oliveira, nº6, 11ºE
05-02-2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Workshop "RED & LI" (Recursos Educativos Digitais & Literacias da Informação)

A Biblioteca escolar vai dinamizar um workshop para professores sobre Recursos Educativos Digitais. No dia 19 de fevereiro serão trabalhadas as ferramentas: Blogger; Slide.ly e Issuu.

Compareçam!!!



Dia dos Namorados na Cristina Torres

Tal como nos anos anteriores a Biblioteca Escolar, juntamente com o Departamento de Línguas, COJ e Grupo do PES  vão comemorar o Dia dos Namorados.
Desde já publicamos o cartaz relativo "às festas" da BE.


La Chandeleur C’est la fête de la lumière.


La Chandeleur



La Chandeleur veut dire le jour des chandelles.
Autrefois, on allumait des chandelles pour avoir de la paix et du bonheur dans sa maison.
Aujourd’hui, si l’on fait des crêpes le 2 février, c’est en souvenir d’une vieille coutume: on mangeait des crêpes qui ressemblaient à une Lune, la dernière nouvelle Lune de l’hiver, celle qui annonce le début du printemps. On faisait aussi un voeu pour avoir de bonnes récoltes.
On fait et on mange des crêpes pour s’assurer le bonheur et la prospérité tout au long de l’année.



Esta tradição francesa ancestral foi comemorada no dia 4 de fevereiro, na Escola Básica 2,3 Pintor Mário Augusto.
Na atividade, dinamizada pelas professoras de francês, Ana Lúcia Simões e Carla Sofia Antunes, participaram todas as turmas do 3ºCEB e a do CEF.
Na semana anterior, as turmas do 7ºano empenharam-se na realização de cartazes, devidamente ilustrados, que foram afixados por toda a Escola, para a divulgação da atividade.
No dia 4, professoras e alunos meteram as mãos na massa e confecionaram largas dezenas de crepes, recheados com chocolate e doce de morango, que fizeram a delícia de toda a Escola!
Aos artistas que conceberam e ilustraram os cartazes e aos cozinheiros que ajudaram as professoras, o nosso obrigado!                         

As Professoras de Francês,
Ana Lúcia Simões e Carla Sofia Antunes



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O século XX

O século XX foi, sem dúvida, um século revolucionário para a história da humanidade. No decorrer dos cem anos passados, muita coisa inovadora surgiu, mas também muita coisa negativa aconteceu.
Em Portugal, a chegada do novo século marca-se pelo regicídio (1908): o rei D. Carlos e o príncipe D. Luiz Filipe foram assassinados em Lisboa. Caminhávamos assim para o fim da Monarquia em Portugal.
No dia 5 de Outubro de 1910, a Revolução Republicana triunfou e nasceu a primeira República em Portugal. Esta nova República trouxe não só um sistema de democracia parlamentar, mas também, novos símbolos ao país. Os símbolos da monarquia foram então substituídos por uma nova bandeira (Bandeira Republicana), um novo hino (“A Portuguesa”) e uma nova moeda, o escudo.
 
No resto do mundo, muitas descobertas iam surgindo, como a Teoria da Relatividade, pelo cientista Einstein (1903), a descoberta da estrutura do átomo, etc… mas, enquanto uns celebravam descobertas e novas tecnologias, outros espalhavam o terror.



Kum Phuc, na época com 9 anos, foge do ataquecom bomba de napalm na Guerra do Vietnam

No meio de mil e uma novas coisas boas, o século XX deixou uma profunda cicatriz na história da humanidade: o terror nazi. Adolfo Hitler pôs em prática os princípios fundamentais do nazismo, que se caraterizavam, sobretudo, pelo racismo, pela deia de superioridade da “raça ariana”; os alemães consideravam-se perfeitos. A conceção racista nazi gerou o anti-semitismo, que consistia na perseguição, expulsão e mais tarde na morte de milhares de judeus e de outras etnias. Genocídio, é assim que se carateriza este extermínio em massa de milhões de pessoas. Estas pessoas eram levadas para campos de concentração, onde eram deixadas até morrer de doenças, de fome, etc… mas muitas delas, foram também levadas para campos de extermínio, onde crianças, velhos e doentes foram mortos em câmaras de gás.
Em Portugal, instaurou-se uma ditadura salazarista, que, durante anos, impediu as pessoas de expressar a sua opinião. Os direitos e as liberdades individuais dos cidadãos ficaram anulados pelos “interesses da Nação”, e só foram novamente repostos, após o 25 de abril, em 1974, quando deu a queda do estado novo.
 
Nos cem anos que nos antecederam, o homem foi à lua, conseguiu tornar um ser geneticamente igual a outro, através da clonagem, conseguiu encontrar forma de combater doenças, inventou meios de transporte, descobriu uma forma de comunicar entre continentes em apenas alguns segundos, fez novas modas e juntou os países da Europa numa só união.



Tudo o que hoje temos e tomamos como normal e banal há cem anos atrás foi uma conquista. Por isso podemos dizer, sem dúvida alguma, que o século XX foi o século das mudanças e, sobretudo, o século que revolucionou o mundo.


Ana Fajardo, 11º E

“Um Auto de Gil Vicente”


A peça “Um Auto de Gil Vicente”, de Almeida Garrett, está disponível na nossa biblioteca escolar.
         É uma peça que pretende homenagear Gil Vicente e o teatro português, porque, segundo Almeida Garrett (o autor de um “Um Auto de Gil Vicente”), não havia teatro em Portugal desde a morte de Gil Vicente.
         Quando A. Garrett escreveu esta peça tinha em mente o amor infeliz entre Bernardim Ribeiro e D. Beatriz. E, a partir desse amor, Garrett criou um drama romântico.
         Aconselho vivamente a leitura desta peça, pois é uma obra literária única e que todos irão adorar.


Ana Silveira, 11º E

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

XXXII Olimpíadas Portuguesas da Matemática



Realizou-se na Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres, no dia 15 de Janeiro de 2014, a segunda eliminatória das XXXII Olimpíadas Portuguesas da Matemática, atividade integrada no Plano Anual de atividades do grupo disciplinar de Matemática do Agrupamento de Escolas Figueira Norte.
Nesta eliminatória estiveram presentes dez alunos, sendo um aluno da Escola Básica com 2º e 3º Ciclo Dr. João de Barros, três do colégio de Quiaios e em representação do Agrupamento de Escolas de Figueira Norte os alunos Gonçalo Marques Oliveira e Filipa Graça Carvalho da Escola Básica com 2º e 3º Ciclos Pintor Mário Augusto e os alunos Francisco Dias, Mariana Capitão, Carolina Alves e Laura Cabete da Escola Secundária com 3º CEB de Cristina Torres.
As provas serão corrigidas no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.
O grupo de matemática agradece a participação dos alunos envolvidos, quer na primeira quer na segunda eliminatória, pelo empenho que revelaram na resolução dos desafios propostos, colocando à prova a sua capacidade de raciocínio.
 

                            

                                                      A delegada do grupo de Matemática 
                                                                                                      Fernanda Matias