domingo, 22 de junho de 2014

Melhor Leitor do 3º Período - Xavier Oliveira

O aluno Xavier Oliveira do 9º C voltou a sagrar-se o melhor leitor do 3º período da Biblioteca Escolar.
O aluno recebeu um prémio composto de dois livros, um de ficção e outro de poesia.
Parabéns Xavier!
Continua a visitar a Biblioteca Escolar e aproveita para ler [muito] nas férias!

Xavier Oliveira, 9º C



A Professora Bibliotecária:
Isabel Sousa

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Trabalho de Português - PALAVRA


Não é tarefa fácil escolher, de entre um tão vasto conjunto de palavras, a mais importante ou aquela que faria mais falta se deixasse de existir e, portanto, optei por aquela palavra que, certamente, ninguém escolheu – a palavra “palavra”. Ela mesma, aquela que, sendo uma palavra, é também a que representa o conjunto de todas as outras, aquela que vai correndo, quase impercetível, mas cuja ausência poria em risco toda a linguagem humana.

Uns têm o dom da palavra, outros são gente de palavra, uns cumprem a sua e outros não têm sequer direito a ela. Seja como for, todo e qualquer homem faz uso dela quando escreve, quando lê e até mesmo quando pensa.

Na ausência da palavra, como me teria sido solicitada esta tarefa de escrever? Como teria eu pensado no que escrever? Como teria escrito? E como poderia alguém ler o que escrevi? Sem a palavra, como se relacionariam as pessoas? Como seria feita a mudança? A evolução? Como nos amávamos se não pudéssemos pensar no amor? Ou como odiávamos se não reflectíssemos sobre o ódio?

Se não existisse a palavra, não havia o pensamento e, se não houvesse o pensamento, não havia mais nada e, se não houvesse mais nada, não havia mais nada. E o mundo era só isso – nada.

A “palavra” é o centro de tudo. Afinal, que diríamos nós sobre as palavras se não soubéssemos que eram palavras? Nada, rigorosamente nada. E, se pensarmos, “nada” também é uma palavra e, por isso, nada feito.

De entre todas as palavras, que nunca esqueçamos aquela que lhes dá o nome, a “palavra”, porque, se a esquecermos, esquecemos tudo o resto.

Ponto final.

Laura Cabete 2013

 

Trabalhos de alunos - Português

Agora que estamos a chegar ao fim do ano e que algumas turmas já terminaram as aulas, vale a pena recordar alguns bons trabalhos que os alunos realizaram. O texto que quero partilhar convosco é de uma aluna do 9º B, a Mariana Pimenta. Foi escrito num teste (!) no terceiro período. Pedi aos alunos que escrevessem um texto sobre a nossa cidade que pudesse ser publicado numa revista sobre viagens. Porque o tema- penso eu- interessa a todos e porque ler um texto de qualidade- tenho a certeza- é um prazer sempre, aqui fica. As saudades  também. Mas ter saudades é bom!
 
Amélia R
 
 
A Figueira da Foz é uma cidade costeira que se prolonga ligeiramente para o interior e inclui, nas zonas geográficas que valem a pena ver, uma serra espetacular à beira-mar.
Não considero uma visita a esta cidade menos importante do que uma estadia numa dessas cidades reconhecidas mundialmente, não pelas suas qualidades geográficas ou pela sua beleza, mas por serem o paraíso para os consumistas viciados no adquirir de novos e inúteis materiais.
Decerto que essas tristes pessoas não acordam de manhã e olham pela janela. Não por faltar tempo ou vontade, mas porque não há nada lá fora que valha a pena ver. Não se podem maravilhar com a beleza da praia da Figueira, a cor única e a luz única, que fazem por si só com que uma visita a esta cidade se justifique.
A luz da Figueira é de facto bastante especial. Nesta cidade as cores são mais brilhantes, a luz é mais pura, mesmo nos dias em que as nuvens cobrem o sol há uma claridade que fere a vista, o que proporciona uma felicidade inconsciente.
Mas as praias e a luz não são as únicas razões pelas quais adoro a minha cidade. É impossível sentir-me desanimada quando passeio pela serra, e sinto sempre nostalgia quando vejo o farol, que me faz lembrar os tempos em que acreditava que ele tinha um diamante gigante por dentro.
E se alguém o visitar, vai descobrir que até tem.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Dia do Vinho



O Projeto Saber Português concluiu as suas atividades deste ano letivo com chave de ouro: o Dia do Vinho.

Dando continuidade à iniciativa do ano anterior, o Projeto voltou a juntar a literatura à celebração de Baco, o deus do vinho, adaptação romana do deus grego Dioniso, também deus do teatro e da festa. Desta vez, o mote foi dado por Miguel Torga, o poeta de Trás-os-Montes, cantor daquela terra de xisto, “terra grossa, fragosa, bravia (…) Não se vê por que maneira este solo é capaz de dar pão e vinho. Mas dá.” Pois dá. E é um vinho maravilhoso, como o puderam comprovar os vinte e cinco participantes no opíparo almoço da Quinta do Crasto.

Vimos, ainda de manhã, a terra do poeta, S. Martinho de Anta, com o “Negrilho”, a casa, o túmulo adornado pela torga. Visitámos o castro de Sabrosa, na extremidade oriental da Serra do Criveiro, com as suas ruínas imponentes. E depois, fomos para a Quinta. Uma área de 130 hectares, estendendo-se desde o leito do rio até cerca dos 600 metros de altitude, na margem direita do Douro, entre a Régua e o Pinhão.

O regresso fez-se ao entardecer, com uma luz doirada derramando-se pelas encostas do Douro, “Um mundo!”.

E era o dia 7 de junho do ano da graça de 2014.

As coordenadoras,

Silvéria Ramos e Teresa Seco

Jantar de Finalistas da nossa Escola - 6 de junho



Jantar Finalistas da Escola

Para mais tarde recordar...

A Escola deseja-vos as maiores felicidades nos exames e muito sucesso académico. Estaremos sempre aqui para por receber. Venham visitar-nos!!!

Vencedores da atividade Écoute et Réussis


Oferece livros e ganha novas leituras

A equipa que organizou a Feira do Livro Lido - Rúben, Ana Alves, Ana Delgado, Xavier, António, Gabriel e Bárbara (9º C), Mariana Pimenta e Daniel (9ºB), Filipa Pereira e Ana Rita Silva (9ºA) e Professora Amélia Ribeira- ofereceu à BE alguns livros comprados com o produto da Feira.

 

O objetivo da realização da feira não era o lucro, mas sim estimular o gosto pelos livros e pela leitura, sensibilizar para a adoção de hábitos “verdes” e para a importância da poupança. No entanto, apesar de ter havido muitos livros entregues e, portanto, a maior parte dos leitores ter levado livros “novos” sem utilizar dinheiro, apurou-se, no fim, um montante que a equipa decidiu utilizar para adquirir livros para a BE uma vez que deste modo muitos leitores poderão usufruir de novas leituras.

 
Aqui ficam os títulos:

Cidades de papel, de John Green

O Teorema de Katherine, de  John Green

A cidade das cinzas, de Cassandra Clare

A evasão, de Robert Muchamore   

A seita, de Robert Muchamore

As melhores histórias do futebol mundial, de Sérgio Pereira