sábado, 20 de setembro de 2014

Início do ano letivo no JI da Ferreira-a-Nova

Foi assim o início do ano letivo no Jardim de Infância de Ferreira-a-Nova: Novos amigos, mimos, sorrisos, abracinhos, muitos abracinhos… e muita brincadeira…

 
 
E é com um grande sorriso que desejamos a toda a Comunidade Educativa um bom  ano letivo, com alegria, satisfação, partilha, amizade, cooperação, confiança  e gosto de aprender. Os principais ingredientes da eficiência pedagógica  e do  sucesso escolar.
 



BOM ANO LETIVO!
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Receção de Pais e EE nos dias 11 e 12 de setembro


Foi com muita alegria que o AEFN acolheu os alunos para 2014/2015, com a certeza de que o futuro dos mais jovens começa aqui.

Bom regresso! Bom ano letivo!

Iniciámos o ano letivo e não pudémos deixar de vos desejar um Excelente Ano Letivo, com muitos sucessos.
O Agrupamento do AEFN espera de vós empenho, esforço e trabalho, nós retribuimos com dedicação, acompanhamento, amizade e boas práticas educativas.

BOM ANO LETIVO de 2014/15!

domingo, 22 de junho de 2014

Boas Férias!

Votos de excelentes férias de verão para todos.
Divirtam-se e sejam felizes.
Até setembro!

Melhor Leitor do 3º Período - Xavier Oliveira

O aluno Xavier Oliveira do 9º C voltou a sagrar-se o melhor leitor do 3º período da Biblioteca Escolar.
O aluno recebeu um prémio composto de dois livros, um de ficção e outro de poesia.
Parabéns Xavier!
Continua a visitar a Biblioteca Escolar e aproveita para ler [muito] nas férias!

Xavier Oliveira, 9º C



A Professora Bibliotecária:
Isabel Sousa

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Trabalho de Português - PALAVRA


Não é tarefa fácil escolher, de entre um tão vasto conjunto de palavras, a mais importante ou aquela que faria mais falta se deixasse de existir e, portanto, optei por aquela palavra que, certamente, ninguém escolheu – a palavra “palavra”. Ela mesma, aquela que, sendo uma palavra, é também a que representa o conjunto de todas as outras, aquela que vai correndo, quase impercetível, mas cuja ausência poria em risco toda a linguagem humana.

Uns têm o dom da palavra, outros são gente de palavra, uns cumprem a sua e outros não têm sequer direito a ela. Seja como for, todo e qualquer homem faz uso dela quando escreve, quando lê e até mesmo quando pensa.

Na ausência da palavra, como me teria sido solicitada esta tarefa de escrever? Como teria eu pensado no que escrever? Como teria escrito? E como poderia alguém ler o que escrevi? Sem a palavra, como se relacionariam as pessoas? Como seria feita a mudança? A evolução? Como nos amávamos se não pudéssemos pensar no amor? Ou como odiávamos se não reflectíssemos sobre o ódio?

Se não existisse a palavra, não havia o pensamento e, se não houvesse o pensamento, não havia mais nada e, se não houvesse mais nada, não havia mais nada. E o mundo era só isso – nada.

A “palavra” é o centro de tudo. Afinal, que diríamos nós sobre as palavras se não soubéssemos que eram palavras? Nada, rigorosamente nada. E, se pensarmos, “nada” também é uma palavra e, por isso, nada feito.

De entre todas as palavras, que nunca esqueçamos aquela que lhes dá o nome, a “palavra”, porque, se a esquecermos, esquecemos tudo o resto.

Ponto final.

Laura Cabete 2013

 

Trabalhos de alunos - Português

Agora que estamos a chegar ao fim do ano e que algumas turmas já terminaram as aulas, vale a pena recordar alguns bons trabalhos que os alunos realizaram. O texto que quero partilhar convosco é de uma aluna do 9º B, a Mariana Pimenta. Foi escrito num teste (!) no terceiro período. Pedi aos alunos que escrevessem um texto sobre a nossa cidade que pudesse ser publicado numa revista sobre viagens. Porque o tema- penso eu- interessa a todos e porque ler um texto de qualidade- tenho a certeza- é um prazer sempre, aqui fica. As saudades  também. Mas ter saudades é bom!
 
Amélia R
 
 
A Figueira da Foz é uma cidade costeira que se prolonga ligeiramente para o interior e inclui, nas zonas geográficas que valem a pena ver, uma serra espetacular à beira-mar.
Não considero uma visita a esta cidade menos importante do que uma estadia numa dessas cidades reconhecidas mundialmente, não pelas suas qualidades geográficas ou pela sua beleza, mas por serem o paraíso para os consumistas viciados no adquirir de novos e inúteis materiais.
Decerto que essas tristes pessoas não acordam de manhã e olham pela janela. Não por faltar tempo ou vontade, mas porque não há nada lá fora que valha a pena ver. Não se podem maravilhar com a beleza da praia da Figueira, a cor única e a luz única, que fazem por si só com que uma visita a esta cidade se justifique.
A luz da Figueira é de facto bastante especial. Nesta cidade as cores são mais brilhantes, a luz é mais pura, mesmo nos dias em que as nuvens cobrem o sol há uma claridade que fere a vista, o que proporciona uma felicidade inconsciente.
Mas as praias e a luz não são as únicas razões pelas quais adoro a minha cidade. É impossível sentir-me desanimada quando passeio pela serra, e sinto sempre nostalgia quando vejo o farol, que me faz lembrar os tempos em que acreditava que ele tinha um diamante gigante por dentro.
E se alguém o visitar, vai descobrir que até tem.