A vitrine da Sala 23 A teve patente uma mini-exposição de Históra sobre os Direito Humanos.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A Biblioteca Escolar lembrou o Dia dos Namorados
A Biblioteca Escolar lembrou o Dia dos namorados com uma visita ao JI de Santana com a sua atividade "Leituras Animadas" e na Escola Cristina Torres o "Livro do Mês" foi A Matemática do Amor e foi difundida uma lista com literatura infanto-juvenil sobre o amor e os afetos.
| Vitrine da BE com livros sobre o amor |
| Lista de lisvros infanto-juvenis sobre o amor e os afetos |
| Livro do Mês: "A Matemática do Amor" |
O Cupido do Amor na nossa Escola
O "Cupido do Amor" entrou, novamente em ação no dia dos namorados. Distribuiram-se cartas de amor.
Já é uma tradição.
Tivémos a sua visita na Biblioteca Escolar ...
Já é uma tradição.
Tivémos a sua visita na Biblioteca Escolar ...
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Apreciação crítica do filme “Os Maias – cenas da vida romântica” de João Botelho
No âmbito da disciplina de Português, vimos o filme “Os Maias
– cenas da vida romântica” do realizador João Botelho.
Este filme é baseado integralmente no romance de Eça de Queirós,
que retrata a história de três gerações da família Maia.
Esta obra dá a conhecer uma ligação incestuosa entre Carlos
da Maia e Maria Eduarda. Este romance terminou com Maria Eduarda a partir para
o estrangeiro e Carlos da Maia a fazer uma viagem pelo mundo. Regressou a
Lisboa passados dez anos, onde se reencontrou com o seu velho amigo Ega.
Os aspetos de que mais gostei do filme foram: a personagem
João da Ega, desempenhada pelo ator Pedro Inês. João da Ega era um boémio,
intelectual, excêntrico, exagerado, de certa forma caricatural e incapaz de
concluir o que quer que fosse. Também gostei da personagem Carlos da Maia,
desempenhada pelo ator Graciano Dias. Carlos era culto, bem educado, corajoso,
frontal e generoso.
Por fim, também gostei do facto de existir um narrador que lê
na íntegra algumas passagens do texto e que incorpora alguma riqueza literária.
O aspeto de que menos gostei foi a inexistência de
exteriores, ou seja, os cenários eram pintados substituíam os locais – o Douro,
o Chiado, ... Tudo isto originou um filme bastante teatral.
A meu ver, o
visionamento deste filme foi bastante importante e enriquecedora porque nos
permitiu per uma percepção e abordagem diferentes e originais dos
acontecimentos e do enredo da tão famosa obra de Eça de Queirós, “Os Maias”.
5 de fevereiro
Inês Figueiredo, nº 14, 11º E
Apreciação crítica do filme “Os Maias – episódios da vida
romântica” de João Botelho
No dia 30 de janeiro tive a oportunidade de assistir ao filme
“Os Maias” do realizador João Botelho, que adaptou o conceituado romance de Eça
de Queirós, também assim intitulado.
Primeiro, é importante realçar que este realizador português
teve um grande desafio com este filme porque acaba sempre por ser, ou quase
sempre, ingrata a tarefa de adaptar romances de renome ao cinema. E uma obra
com a grandiosidade e riqueza d’”Os Maias” é, por ventura, o maior feito da sua
carreira enquanto realizador.
E a verdade é que o seu trabalho se revelou, na minha
opinião, interessante e proveitoso. A intriga amorosa tem um papel central no
filme e confere-lhe dinamismo e objetividade à medida que capta a atenção do
público. Aliás, a diversidade de episódios do livro não permitiria outra
abordagem porque o filme tornar-se-ia confuso e pouco apelativo caso o
realizador resolvesse incluir todos os pormenores realistas de Eça de Queirós.
Todavia, apesar da objetividade geral, João Botelho acabou
por cometer diversos erros com a inclusão de alguns episódios pois alguns
apareceram fora do contexto, como quando o Eusebiozinho se vestiu de anjo.
Outros foram mal abordados, como aconteceu com o episódio do “Hotel Central”,
que pecou pela sua curta duração; ou o episódio da “Corrida de cavalos” que
apareceu completamente desvirtuado. Mas os acontecimentos do livro não foram
deturpados, apenas encurtados.
Destaco pela positiva o episódio do “Sarau”, que contou com
uma bela representação de Pedro Lacerda no papel de Tomás de Alencar.
Na minha opinião, os atores foram, de uma forma geral,
bastante competentes. Destacaria a prestação sóbria de João Perry enquanto
Afonso da Maia e o caráter que Pedro Inês conseguiu incutir ao grande João da
Ega.
Em suma, trata-se de um filme bastante fidedigno por não ter
deturpado qualquer acontecimento e que relata bastante bem a intriga amorosa
presente no romance de Eça de Queirós.
Porém, não substitui a leitura integral do nosso talentoso
Eça de Queirós!
Rui Pedro Malafaia Salgueiro Ferreira, nº 27, 11º D
9
de fevereiro de 2015
O filme
"Os Maias - Cenas da Vida Romântica", uma adaptação da obra de Eça de
Queiroz, constitui um marco importante para a literatura, para o cinema e para
a sociedade portuguesa, apesar de vários aspetos negativos.
Em primeiro
lugar, a utilização de cenários (pinturas a óleo) para o filme, em vez de
espaços exteriores, não foi bem conseguida. Ainda que tenha sido uma opção
estética e mais barata, o filme ganharia muito mais ao ter sido realizado no
exterior, em regiões como o Douro e Lisboa, de enorme beleza.
Em segundo
lugar, o filme carece de ação e emoção dramática. Nota-se, assim, a falta de
cenas fortes, que captem a atenção do público. Para além disso, a interpretação
de alguns atores e, muitas vezes, a captação da imagem revelam uma interpretação
teatral, não de cinema.
Em terceiro
lugar, houve alguns cortes no filme, o que foi, sem dúvida, evidente, pois
tornou-se difícil de acompanhar certos momentos da obra. Apesar de ser a versão
curta do filme, a verdade é que este facto poderia ter sido menos notório.
No entanto,
há, de facto, aspetos positivos a destacar. A maioria dos atores teve uma
excelente interpretação e conseguiu aproximar-se das personagens da obra. A
fidelidade ao texto original é também um ponto positivo a acrescentar. A
presença de um narrador, que, ao longo do filme, lia diversas passagens da
narrativa, incorpora bastante riqueza literária ao mesmo, já que a obra fala
por si.
Assim, este
filme é deveras importante, na medida em que evidencia a obra queirosiana,
muito apreciada pela sociedade. A adesão ao filme (não só da população em
geral, mas também de alunos) é, então, compreensível.
Edna
Boliqueime, n912,119E
5
de fevereiro de 2015
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Poetas do século XX - Trabalho de Alunos de Literatura Portuguesa
Podia falar
de Jorge de Sena, ou de Alexandre O’Neill, ou até mesmo de António Ramos Rosa,
mas, de facto, nenhum poeta do século XX (ou de qualquer século) é tão
majestoso como Fernando Pessoa. Se há algo de que me orgulho em Portugal é de
termos tido um homem assim tão genial a andar pelas ruas de Lisboa e a
frequentar o seu café preferido.
O rigor de
cada palavra e a profundidade de cada significado em todos os versos mostra o
grande homem por trás de cada poema.
Porque, de
facto, “tudo vale a pena se a alma não é pequena” e para ler a poesia de
Fernando Pessoa é preciso uma grande alma.
INTERVALO
Quem te
disse ao ouvido esse segredo
Que raras
deusas têm escutado —
Aquele amor
cheio de crença e medo
Que é
verdadeiro só se é segredado?...
Quem to
disse tão cedo?
Não fui eu,
que te não ousei dizê-lo.
Não foi um
outro, porque o não sabia.
Mas quem
roçou da testa teu cabelo
E te disse
ao ouvido o que sentia?
Seria
alguém, seria?
Ou foi só
que o sonhaste e eu te o sonhei?
Foi só
qualquer ciúme meu de ti
Que o supôs
dito, porque o não direi,
Que o supôs
feito, porque o só fingi
Em sonhos
que nem sei?
Seja o que
for, quem foi que levemente,
A teu ouvido
vagamente atento,
Te falou
desse amor em mim presente
Mas que não
passa do meu pensamento
Que anseia e
que não sente?
Foi um
desejo que, sem corpo ou boca,
A teus
ouvidos de eu sonhar-te disse
A frase
eterna, imerecida e louca —
A que as
deusas esperam da ledice
Com que o
Olimpo se apouca.
Cláudia
Esteves, 11º E
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
A Biblioteca da Escola Cristina Torres visitou o JI de Santana em vésperas de S. Valentim
Dia de S. Valentim no JI de Santana
A Biblioteca da Escola Cristina Torres visitou o
JI de Santana, tendo levado até aos mais pequenos a sua atividade
"Leituras Animadas". Uma vez que se aproxima o Dia de S. Valentim,
toda a dinâmica de leitura versou o tema do amor, da amizade e dos afetos. A
surpresa e a curiosidade estapavam-se nos olhos brilhantes das crianças
enquanto ouviam a leitura das estórias infantis sobre o amor "O
Sapo Apaixonado" e "Uma estranha dor de barriga". E a animação
quando num grande coração cheio de pequenos corações em forma de moldura foram
colocadas as fotos dos alunos, educadoras e assistentes?! Para não falar dos desenhos
alusivos ao tema que os alunos coloriram com empenho! Já no recreio, as
crianças, dispostas em roda, cantaram em coro e cada uma ofereceu ao melhor
amigo um presentinho. Que animação! No fim, visivelmente felizes e gratas,
distribuíram abraços às professoras visitantes.
A Biblioteca Escolar agradece o apoio da
educadora Margarida Matos, que se prontificou a acompanhar a professora
bibliotecária, Isabel Sousa. Também agradecemos a gentileza com que nos
receberem no JI de Santana.
Foi uma manhã muito bonita. Até qualquer dia!
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Texto feito a partir do verso de Vitorino Nemésio, «Eu gostava de ter um alto destino de poeta (…)», do poema “O Bicho Harmonioso” Eu gostava de ter um alto destino de jogador de futebol.
Percorrer o mundo, ganhar muito dinheiro a fazer aquilo de que gosto. Ter uma família enorme, poder dar-lhes tudo do melhor, para além de amor e carinho. Ajudar os mais pobres, o país ter orgulho em mim, as pessoas por todos os lugares verem-me como um dos melhores. Mas há muito mais para além disto. A sensação de entrar dentro de campo, com sessenta mil pessoas a gritarem o meu nome, ouvir cânticos das claques, aquele ambiente festivo que, no fundo, é o que o futebol tem de melhor. A sensação de poder defender um penálti num grande jogo. Poder ser um exemplo de trabalho e humildade para os mais novos. Já nestes clubes pequenos onde eu jogo é uma sensação fantástica ouvir todos a dizerem que tenho futuro e que sou um grande guarda-redes. Cresci nos campos de relvado, desde miúdo que tenho este fascínio pelos campos de futebol e pelo trabalho de equipa. Por alguma razão o futebol é o desporto rei de todos os desportos, ele desperta sensações tanto aos que o veem como aos que o jogam.
É difícil perceber isto quando nunca se jogou, pode até parecer estúpido quando há tantas outras coisas com que nos devemos preocupar. Por vezes paro, olho para o mundo de outra maneira e vejo o mal que existe nele, a violência, a fome, as crueldades que por vezes vemos nos média e percebo que o futebol não é o mais importante, nunca será. Simplesmente, gostava de seguir essa carreira. Mas se não puder seguir este caminho, terei de optar por outro, por outra coisa de que goste, mas em que me sinta igualmente bem.
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