Santos Silva revelou ainda nomes
de maçons com um papel relevante na cultura, nas artes, na política e na
ciência ao longo da História nacional e mundial. Foram também mostrados aos presentes diversos
artefactos simbólicos pertencentes a maçons figueirenses e que hoje pertencem
ao acervo do Museu Municipal.
domingo, 12 de abril de 2015
Palestra sobre "A Maçonaria na História"
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Quiz 4 You nas Jornadas Culturais
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| Equipa a jogar |
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| Quiz 4 you |
Ilustradora Ana Biscaia em Workshop nas Jonadas Culturais na Escola Cristina Torres
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| Ana Biscaia fala com os alunos sobre os seus desenhos |
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| Ana Biscaia fala dos seus livros a alunos e professores |
Entrega de pémios aos vencedores do Concurso Nacional de Leitura - Fase de Escola
| Francisco Dias - 8º B - 2º Lugar 3º CEB |
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| Xavier Oliveira, Cláudia Esteves e Ana Carolina Serra - Vencedores do Secundário |
No dia 20 de março a Biblioteca da Escola Cristina Torres presenteou as competências leitoras dos alunos vencedores do Concurso Nacional de Leitura – 2014/15, fase de escola.
Seis alunos foram distinguidos como vencedores (três do 3º CEB e três do Secundário), para além de cinco menções honrosas no 3º CEB e duas no secundário.
Os alunos vencedores do 3º CEB foram: João Gomes, 9º ano; Francisco Dias, 8º ano e Ana Gabriela Guedes, 9º ano. Do secundário foram vencedores: Cláudia Esteves, 11º ano; Xavier Oliveira, 10º ano e Ana Carolina Serra, 10º ano. Estes alunos irão disputar a fase distrital na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Velho no dia 28 de abril.
Os alunos receberam diversos prémios, em especial livros, material escolar e bilhetes de cinema para o CAE. Os prémios só foram possíveis devido à gentileza dos patrocinadores, a saber: CELBI, Biblioteca Municipal (Divisão da Cultura da CMFF), Junta de Freguesia de Buarcos, Leya Editores e Porto Editora. A todos o nosso agradecimento muito especial.
terça-feira, 31 de março de 2015
Ovos de Páscoa
Na Escola Pintor Mário Augusto foram distribuídos ovos de Páscoa a toda a comunidade Escolar. Também o pessoal não docente da Escola Cristina Torres foi brindado com este presente. Foram registados esses momentos...
domingo, 29 de março de 2015
Boa interrupção de Páscoa
Votos de uma excelente interrupção de Páscoa a toda a comunidade do Agrupamento de Escolas Figueira Norte.
A LINHA DE UM TEMPO
O
trabalho que se apresenta foi produzido para a disciplina de Literatura
Portuguesa. O Miguel analisou as fotografias vencedoras do concurso da National Geographic e, inspirado por
elas, escreveu este texto. As fotos foram retiradas do endereço indicado.
A LINHA DE UM TEMPO
Quando nascemos e somos crianças, sentimos o pleno gosto da
liberdade, da alegria, não sentimos medos, receios e, muitas das vezes, nem
damos conta de que o perigo está à espreita.
E assim vamos crescendo… até que, na adolescência, começamos
a sentir que somos pessoas diferentes rodeadas por pessoas tão iguais que não
nos compreendem, não veem e não aceitam as nossas diferenças. Incompreensão é a
palavra de ordem.
E assim vamos vivendo: isolados, enfiados no nosso mundo,
rodeados de tanta gente que não nos diz nada. Resta o isolamento nesta teia de
relações sociais.
E continuamos a crescer. Tornamo-nos adultos e somos a pressa
das relações. Rodeados de tanta gente, não vemos ninguém, ninguém nos vê.
Vamos perdendo a nossa capacidade de convívio e de diálogo.
Os problemas surgem e com eles a incapacidade de os resolver. A única solução
por vezes encontrada é o virar as costas ao problema e ao outro. E assim se
desfazem laços que nunca se ataram. E assim, damos lugar aos nossos instintos
mais animais e lutamos de forma feroz e bruta por coisas às vezes
insignificantes.
Tentamos mudar o rumo da nossa vida, tentamos dar o salto que
falta e, às vezes, caímos no precipício.
A dor passa a fazer parte de nós e a única vontade que
sentimos é a de voltarmos a ser crianças no local onde outrora nos sentíamos
seguros e amados, pois concluímos que a única coisa que nos falta é alguém que
nos ceda um ombro amigo e que nos faça sentir novamente a paz a tranquilidade e
a harmonia há tanto tempo perdidas.
Neste jogo de lutas interiores, neste viver ao lado da
tempestade, acende-se a luz da esperança, da crença em algo melhor, num
arco-íris que anuncie que tudo vai melhorar.
O tempo não para. As rugas e as gorduras e a flacidez da pela
fazem-se sentir de forma mais marcada. É a velhice. E é aqui que, ou por causa
da idade, ou por causa da fragilidade que a idade traz, nos voltamos a
aproximar dos outros. Esses outros que começamos a olhar como alguém parecido
connosco. Porém, a solidão começa a instalar-se de forma mais aguda. A velhice
vota as pessoas ao esquecimento, numa vida que ainda se torna mais triste, mais
amarga, mais sofrida.
Soltam-se os gritos mudos num pedido de ajuda, mas que
ninguém ouve ou sente. Passamos a ser o representante da nossa tribo: cheios de
experiências e sabedoria mas sem ninguém com quem partilhar.
Começa-se a olhar para o tempo que passou e que ainda falta
passar e sentimos que somos um prédio em ruínas. Somos a ruína do que já fomos
e sentimos que o tempo já não volta e que as oportunidades já se esgotaram. Ficamos
a olhar para o passado e a pensar que poderíamos ter sido muito mais felizes
se, pelo menos, tivéssemos feito um esforço para atar os laços que não quisemos
atar e olhar para o horizonte com uma perspetiva de que podíamos ter tornado o
nosso mundo bem melhor.
Miguel Freitas
10ºG -
Nº17
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