domingo, 19 de abril de 2015

Visita à fábrica Renova e Litoral Português

Grupos na visita da fábrica RENOVA

No dia 14 de abril, na passada 3ª feira, os alunos das turmas D e E, do 10º ano, da Escola Cristina Torres, fizeram uma visita de estudo. Esta visita foi planeada pelas professoras de Geografia A-Fernanda Craveiro e de Economia A- Leonor Proença e Manuela Ventura, com o objetivo de proporcionar aos alunos o contacto com realidades que fazem parte dos programas das duas disciplinas e que são estudadas nas aulas, numa componente teórica. Assim, começaram o dia bem cedo, pois saíram da escola pelas 8:00 da manhã rumo a Torres Novas, mais propriamente à fábrica RENOVA. Esta é uma das unidades fabris mais modernas do país e da Europa, sendo por isso uma empresa com forte implantação nos mercados nacional e internacional. Tivemos a simpática companhia das guias da empresa que nos proporcionaram hora e meia de visita, na qual ficámos a conhecer as diversas secções da fábrica bem como o seu funcionamento. Após esta visita, rumámos ao litoral, até S. Martinho do Porto. Depois de um almoço reparador, viemos pelo litoral, observando os diversos acidentes que a costa portuguesa apresenta: para além da Concha de S. Martinho, vimos a escarpa da Nazaré, as arribas de S. Pedro de Moel e os esporões construídos nas praias, como a do Pedrógão. Foi um dia bem passado como se pode ver pelas fotos que tirámos.

Os alunos das turmas 10ºD e 10ºE

Grupos na visita da fábrica RENOVA

Grupos na visita da fábrica RENOVA

                 Visita ao Sítio da Nazaré

S. Pedro de Moel

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Exposição 50 Anos CELBI – “Memórias Futuras”


Na sequência da parceria estabelecida entre a CELBI e o Agrupamento de Escolas Figueira Norte, a Escola Secundária de Cristina Torres tem patente uma exposição comemorativa do 50º Aniversário da CELBI e de como esta unidade industrial mudou para sempre a paisagem, a economia e o quotidiano dos habitantes da cidade da Figueira da Foz.
 







Da exposição fazem parte numerosos cartazes e maquinaria (histórica) pertencente ao início da laboração desta fábrica. É dada ênfase ao impacto da fábrica neste meio assim como o cuidado ambiental que tem vindo a ser desenvolvido no sentido de minimizar ao máximo qualquer aspeto negativo que advenha do trabalho da fábrica.

A parceria entre este agrupamento de escolas e a fábrica já se mantinha há muito, tendo sido recentemente formalizada e consolidada, graças à mediação do Gestor de Recursos Humanos da CELBI, Dr. António Jorge Pedrosa, ao qual agradecemos a sua permanente abertura em relação aos projetos e desafios da nossa Escola.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Ana Raquel Ferreira no Mundial do Desporto Escolar


 
 
 

Ana Raquel Ferreira,  aluna do 11ºB da Escola Cristina Torres, irá estar presente de 16 a 21 de abril no Campeonato do Mundo de Natação do Desporto Escolar que se irá realizar na Polónia na cidade de Posnan.

A Ana representará a seleção feminina de Portugal e irá competir nas provas para as quais conseguiu o apuramento:  50 metros Costas, 100 metros Costas e 200 metros Livres.

É sem dúvida, um momento brilhante e de grande orgulho para a Escola, para o Agrupamento de Escolas Figueira Norte e para a própria cidade da Figueira da Foz.

 

Legenda da Foto: "A Ana Raquel com o seu técnico, professor  Paulo Martins, após o último treino antes da partida para a Polónia"

 

 

 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tristão do Ó e Sóldia A Água da Fonte dos Afetos - Texto dos alunos do 7º A





            Há muitos, muitos anos, num castelo sombrio, tapado pela densa floresta, vivia Tristão do Ó. Era um jovem bonito, moreno de olhos pretos como azeitonas, mas muito triste e solitário. Apesar da enorme riqueza que possuía, não tinha a maior das riquezas, a liberdade.
           Tristão do Ó vivia com a mãe, uma senhora, também ela sem liberdade, angustiada pela solidão daquele castelo, e com o pai, rude e austero, possuidor de um coração de pedra. Tristão do Ó nunca tinha saído do castelo: nunca tinha visto a fonte dos afetos nem bebido da sua água mágica; nunca tinha contemplado os campos verdejantes que ficavam para além da floresta; não conhecia flores nem árvores de fruto, apenas conhecia a fruta que diariamente lhe chegava ao castelo, trazida por uma bela jovem camponesa de nome Sóldia, que Tristão do Ó também desconhecia. Sóldia era linda, tinha uns longos cabelos loiros como raios de sol, olhos azuis que pareciam o mar. Todos os camponeses gostavam muito dela, pela sua humildade, pela sua bondade, e por ser muito trabalhadora. Tinha sempre um sorriso nos lábios e quando corria pelos campos para apanhar fruta, parecia uma borboleta livre e feliz.           Era uma linda manhã de verão. O sol brilhava mais do que nunca, os raios atravessavam a floresta à volta do castelo e entre eles passava Sóldia. Ia levar ao castelo uns frescos morangos vermelhos como os seus lábios e aproveitava para beber água fresca da fonte dos afetos, nas imediações do castelo. Sóldia entrou no enorme portão de madeira, caminhou em direção à cozinha para entregar os frutos, porém não chegou lá. Nesse dia chamou-lhe a atenção uma senhora muito triste que estava sentada num banco de pedra do jardim árido e seco. Sóldia nunca a tinha visto antes. Apenas conhecia os criados do castelo. Soube que era a mãe do jovem Tristão do Ó. A beleza de Sóldia não passou despercebida ao olhar da triste senhora que, prontamente, a convidou a sentar-se. Ficaram a conversar durante toda a manhã ao som da água que caia na fonte. A triste mãe não podia adivinhar que a solução para todos os seus problemas estava mesmo do outro lado do muro alto e Sóldia também não.

          
  Como estava um dia de calor abrasador, a mãe de Tristão do Ó e Sóldia encolhiam-se na escassa proteção de uma parede. Nesse momento apareceu Tristão do Ó, vestido com um traje preto e gasto, morrendo por um pouco de sombra. Ao olhar para o triste rapaz, Sóldia encolheu-se e cedeu-lhe um bocadinho de banco e ofereceu-lhe um gole de água.
            Os dois jovens trocaram um doce olhar, no momento em que os raios de sol e o perfume do campo invadiam o espaço e o transformavam num luxuriante jardim. Tudo à sua volta brotava vida e alegria. Por magia, por amores ou pela água, Tristão do Ó sorriu pela primeira vez e a partir dai tudo mudou. Tinha nascido nesse dia uma grande paixão entre os dois jovens.

Trabalho coletivo da turma do 7º A na disciplina de Educação para a Cidadania.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Atividade de articulação “Educação, género e cidadania”



Na sequência de uma formação sobre “Educação, cidadania e género” que frequentara na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra, a professora bibliotecária desafiou a professora de Ciências e Formação para a Cidadania, Ana Gomes, a fazer uma atividade de articulação com a turma comum, o 8º B. A ideia era que os alunos respondessem a vários formulários sobre a temática geral, com base nos “Guiões para o 3º CEB da Comissão para a Igualdade de Género”, tendo sido desenvolvido o subtema “Pensando o corpo”.

No dia 13 de abril, a professora bibliotecária esteve presente na aula de Formação para a Cidadania, onde fez a apresentação final, sustentada por gráficos relativos ao tratamento estatístico das respostas aos formulários anteriormente apresentados aos alunos em contexto escolar. Os alunos mostraram-se muito interessados e, ao longo da aula, gerou-se uma interessante dinâmica de interação entre as professoras e os alunos.

domingo, 12 de abril de 2015

ORIGAMI


No dia 7 de abril, na aula de Literatura Portuguesa do 10ºG, tivemos uma sessão de Origami, apresentada pela aluna Matilde Tigeleiro, do 9ºA.

Fomos completamente apanhados de surpresa, quando a professora deu início ao 3º período com esta atividade divertida que pretendia dar-nos a conhecer a arte milenar do Origami. A Matilde explicou-nos que esta arte da dobragem do papel permite criar todo o tipo de formas, apenas com um quadrado de papel e dobras sucessivas; não é permitido o uso de cola ou tesoura. Ela mostrou-nos alguns trabalhos já feitos, como estrelas ninja, um balão, uma caixa, um peixe… e outros. Depois, convidou-nos a fazer um cisne, partindo de um quadrado de papel colorido que ofereceu a cada um de nós. As indicações são as seguintes:

1.       Vincar o quadrado na diagonal, fazendo um triângulo;

2.       Dobrar as extremidades para a frente até ao vinco;

3.       Voltar a dobrar as dobras exteriores;

4.       Dobrar a ponta para trás;

5.       Vincar no meio;

6.       Dobrar para a frente, formando o pescoço do cisne.

Obrigada, Matilde, por esta aula bem diferente! Aqui fica uma fotografia de um dos cisnes conseguidos.


Texto resultante da “colagem” das notícias e dos textos instrucionais produzidos por alguns alunos

QUAL É COISA, QUAL É ELA…

         
 
No âmbito da disciplina de Português, a turma do 7ºC organizou um concurso de adivinhas que se realizou no passado dia 19 de março, pelas 10 horas, na sala 36 A, na escola Cristina Torres. Esta atividade integrou as Jornadas Culturais.

        A turma do 7ºB foi a convidada a participar neste concurso de sessenta adivinhas. Por motivo de empate, foram ainda feitas mais quatro adivinhas.

        A equipa vencedora, composta por Catarina Caçoete, André Casaleiro e Catarina Félix, destacou-se pelo elevado número de pontos. Mas todos os concorrentes estão de parabéns!

Aqui ficam uma das muitas adivinhas apresentadas e duas fotos da atividade.

 

Venho das ondas do mar,

nascido na fresquidão.

Não sou água nem sou sol,

trago tempero na mão.

O que é?

 

Texto produzido coletivamente na aula de 7 de abril, sobre a Notícia.