terça-feira, 21 de abril de 2015

Melhor Leitor do 2º Período - Xavier Oliveira




Mais uma vez, o aluno Xavier Oliveira do 10º F voi vencedor do prémio "O Melhor Leitor do 2º Período".
Este prémio é atribuído ao aluno que tenha feito mais requisições de material livro por período.
A base da atribuição deste prémio reside no tratamento estatísticos dos dados relativos ao funcionamento da BE.
Parabéns Xavier!!!

domingo, 19 de abril de 2015

Visita à fábrica Renova e Litoral Português

Grupos na visita da fábrica RENOVA

No dia 14 de abril, na passada 3ª feira, os alunos das turmas D e E, do 10º ano, da Escola Cristina Torres, fizeram uma visita de estudo. Esta visita foi planeada pelas professoras de Geografia A-Fernanda Craveiro e de Economia A- Leonor Proença e Manuela Ventura, com o objetivo de proporcionar aos alunos o contacto com realidades que fazem parte dos programas das duas disciplinas e que são estudadas nas aulas, numa componente teórica. Assim, começaram o dia bem cedo, pois saíram da escola pelas 8:00 da manhã rumo a Torres Novas, mais propriamente à fábrica RENOVA. Esta é uma das unidades fabris mais modernas do país e da Europa, sendo por isso uma empresa com forte implantação nos mercados nacional e internacional. Tivemos a simpática companhia das guias da empresa que nos proporcionaram hora e meia de visita, na qual ficámos a conhecer as diversas secções da fábrica bem como o seu funcionamento. Após esta visita, rumámos ao litoral, até S. Martinho do Porto. Depois de um almoço reparador, viemos pelo litoral, observando os diversos acidentes que a costa portuguesa apresenta: para além da Concha de S. Martinho, vimos a escarpa da Nazaré, as arribas de S. Pedro de Moel e os esporões construídos nas praias, como a do Pedrógão. Foi um dia bem passado como se pode ver pelas fotos que tirámos.

Os alunos das turmas 10ºD e 10ºE

Grupos na visita da fábrica RENOVA

Grupos na visita da fábrica RENOVA

                 Visita ao Sítio da Nazaré

S. Pedro de Moel

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Exposição 50 Anos CELBI – “Memórias Futuras”


Na sequência da parceria estabelecida entre a CELBI e o Agrupamento de Escolas Figueira Norte, a Escola Secundária de Cristina Torres tem patente uma exposição comemorativa do 50º Aniversário da CELBI e de como esta unidade industrial mudou para sempre a paisagem, a economia e o quotidiano dos habitantes da cidade da Figueira da Foz.
 







Da exposição fazem parte numerosos cartazes e maquinaria (histórica) pertencente ao início da laboração desta fábrica. É dada ênfase ao impacto da fábrica neste meio assim como o cuidado ambiental que tem vindo a ser desenvolvido no sentido de minimizar ao máximo qualquer aspeto negativo que advenha do trabalho da fábrica.

A parceria entre este agrupamento de escolas e a fábrica já se mantinha há muito, tendo sido recentemente formalizada e consolidada, graças à mediação do Gestor de Recursos Humanos da CELBI, Dr. António Jorge Pedrosa, ao qual agradecemos a sua permanente abertura em relação aos projetos e desafios da nossa Escola.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Ana Raquel Ferreira no Mundial do Desporto Escolar


 
 
 

Ana Raquel Ferreira,  aluna do 11ºB da Escola Cristina Torres, irá estar presente de 16 a 21 de abril no Campeonato do Mundo de Natação do Desporto Escolar que se irá realizar na Polónia na cidade de Posnan.

A Ana representará a seleção feminina de Portugal e irá competir nas provas para as quais conseguiu o apuramento:  50 metros Costas, 100 metros Costas e 200 metros Livres.

É sem dúvida, um momento brilhante e de grande orgulho para a Escola, para o Agrupamento de Escolas Figueira Norte e para a própria cidade da Figueira da Foz.

 

Legenda da Foto: "A Ana Raquel com o seu técnico, professor  Paulo Martins, após o último treino antes da partida para a Polónia"

 

 

 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Tristão do Ó e Sóldia A Água da Fonte dos Afetos - Texto dos alunos do 7º A





            Há muitos, muitos anos, num castelo sombrio, tapado pela densa floresta, vivia Tristão do Ó. Era um jovem bonito, moreno de olhos pretos como azeitonas, mas muito triste e solitário. Apesar da enorme riqueza que possuía, não tinha a maior das riquezas, a liberdade.
           Tristão do Ó vivia com a mãe, uma senhora, também ela sem liberdade, angustiada pela solidão daquele castelo, e com o pai, rude e austero, possuidor de um coração de pedra. Tristão do Ó nunca tinha saído do castelo: nunca tinha visto a fonte dos afetos nem bebido da sua água mágica; nunca tinha contemplado os campos verdejantes que ficavam para além da floresta; não conhecia flores nem árvores de fruto, apenas conhecia a fruta que diariamente lhe chegava ao castelo, trazida por uma bela jovem camponesa de nome Sóldia, que Tristão do Ó também desconhecia. Sóldia era linda, tinha uns longos cabelos loiros como raios de sol, olhos azuis que pareciam o mar. Todos os camponeses gostavam muito dela, pela sua humildade, pela sua bondade, e por ser muito trabalhadora. Tinha sempre um sorriso nos lábios e quando corria pelos campos para apanhar fruta, parecia uma borboleta livre e feliz.           Era uma linda manhã de verão. O sol brilhava mais do que nunca, os raios atravessavam a floresta à volta do castelo e entre eles passava Sóldia. Ia levar ao castelo uns frescos morangos vermelhos como os seus lábios e aproveitava para beber água fresca da fonte dos afetos, nas imediações do castelo. Sóldia entrou no enorme portão de madeira, caminhou em direção à cozinha para entregar os frutos, porém não chegou lá. Nesse dia chamou-lhe a atenção uma senhora muito triste que estava sentada num banco de pedra do jardim árido e seco. Sóldia nunca a tinha visto antes. Apenas conhecia os criados do castelo. Soube que era a mãe do jovem Tristão do Ó. A beleza de Sóldia não passou despercebida ao olhar da triste senhora que, prontamente, a convidou a sentar-se. Ficaram a conversar durante toda a manhã ao som da água que caia na fonte. A triste mãe não podia adivinhar que a solução para todos os seus problemas estava mesmo do outro lado do muro alto e Sóldia também não.

          
  Como estava um dia de calor abrasador, a mãe de Tristão do Ó e Sóldia encolhiam-se na escassa proteção de uma parede. Nesse momento apareceu Tristão do Ó, vestido com um traje preto e gasto, morrendo por um pouco de sombra. Ao olhar para o triste rapaz, Sóldia encolheu-se e cedeu-lhe um bocadinho de banco e ofereceu-lhe um gole de água.
            Os dois jovens trocaram um doce olhar, no momento em que os raios de sol e o perfume do campo invadiam o espaço e o transformavam num luxuriante jardim. Tudo à sua volta brotava vida e alegria. Por magia, por amores ou pela água, Tristão do Ó sorriu pela primeira vez e a partir dai tudo mudou. Tinha nascido nesse dia uma grande paixão entre os dois jovens.

Trabalho coletivo da turma do 7º A na disciplina de Educação para a Cidadania.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Atividade de articulação “Educação, género e cidadania”



Na sequência de uma formação sobre “Educação, cidadania e género” que frequentara na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra, a professora bibliotecária desafiou a professora de Ciências e Formação para a Cidadania, Ana Gomes, a fazer uma atividade de articulação com a turma comum, o 8º B. A ideia era que os alunos respondessem a vários formulários sobre a temática geral, com base nos “Guiões para o 3º CEB da Comissão para a Igualdade de Género”, tendo sido desenvolvido o subtema “Pensando o corpo”.

No dia 13 de abril, a professora bibliotecária esteve presente na aula de Formação para a Cidadania, onde fez a apresentação final, sustentada por gráficos relativos ao tratamento estatístico das respostas aos formulários anteriormente apresentados aos alunos em contexto escolar. Os alunos mostraram-se muito interessados e, ao longo da aula, gerou-se uma interessante dinâmica de interação entre as professoras e os alunos.

domingo, 12 de abril de 2015

ORIGAMI


No dia 7 de abril, na aula de Literatura Portuguesa do 10ºG, tivemos uma sessão de Origami, apresentada pela aluna Matilde Tigeleiro, do 9ºA.

Fomos completamente apanhados de surpresa, quando a professora deu início ao 3º período com esta atividade divertida que pretendia dar-nos a conhecer a arte milenar do Origami. A Matilde explicou-nos que esta arte da dobragem do papel permite criar todo o tipo de formas, apenas com um quadrado de papel e dobras sucessivas; não é permitido o uso de cola ou tesoura. Ela mostrou-nos alguns trabalhos já feitos, como estrelas ninja, um balão, uma caixa, um peixe… e outros. Depois, convidou-nos a fazer um cisne, partindo de um quadrado de papel colorido que ofereceu a cada um de nós. As indicações são as seguintes:

1.       Vincar o quadrado na diagonal, fazendo um triângulo;

2.       Dobrar as extremidades para a frente até ao vinco;

3.       Voltar a dobrar as dobras exteriores;

4.       Dobrar a ponta para trás;

5.       Vincar no meio;

6.       Dobrar para a frente, formando o pescoço do cisne.

Obrigada, Matilde, por esta aula bem diferente! Aqui fica uma fotografia de um dos cisnes conseguidos.


Texto resultante da “colagem” das notícias e dos textos instrucionais produzidos por alguns alunos