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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sentimento de fã - Lìngua Portuguesa


            A banda britânica/irlandesa, “One Direction”, composta pelos britânicos Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Zayn Malik e o irlandês Niall Horan, foi criada no programa televisivo “X-Factor”, onde se procuram novos talentos no ramo da música. Por terem ficado em terceiro lugar, ganharam um contrato com a editora discográfica SYCO, a mesma que produziu o seu primeiro álbum, “Up All Night”.

            É inevitável deixar de ouvir, uma e outra vez, cada música, visto que o seu ritmo e a sua melodia são contagiantes. As letras resumem o que qualquer rapariga gostaria de ouvir de um rapaz. Outro dos aspetos positivos, é o facto de os solos de cada membro da banda fazerem sobressair o melhor da voz de cada um.

            No entanto, os solos não estão particularmente bem distribuídos, pois dois dos cinco elementos da banda cantam muito pouco. Além disso, infelizmente, nota-se em algumas das músicas que a voz de cada um está um pouco alterada.

            Em síntese, achamos que o álbum é adequado a qualquer idade e género apesar de ser mais adquirido por raparigas adolescentes.


Classificação: 5 estrelas


Ana Carlota Moreira, nº3

Ana Carolina Pereira, nº5

8ºB (Prof.ª Amélia Ribeiro)

Os jovens e a “Criativa” - Língua Portuguesa


A exposição de arte “Criativa 2012” encontra-se espalhada por várias espaços do CAE e do Museu Municipal Dr. Santos Rocha, de cinco de outubro a trinta de dezembro. Os seus autores são jovens artistas da Figueira da Foz, entre os quais alunos de Artes da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho.

É uma exposição bem organizada; a banda desenhada – oitava arte- encontra-se numa zona, a pintura e/ou arte sob tela noutra. No caso da banda desenhada está exposto não só o produto final como também o processo da sua criação, uma ideia original e raramente utilizada em exposições. Sendo ela interativa, facilmente agrada ao público de qualquer idade.

A “Criativa” não é muito admirada por quem a vê, pois não lhe é dado o devido crédito e publicidade.

É uma boa exposição, com obras de jovens com talentos escondidos, que eu aconselho a visitar. 

 

Ana Carolina Martinho Serra nº4 8ºB
(Professora Amélia Ribeira)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Textos da turma do 10º F, realizados na disciplina de Português



BIOPOEMA I
De cabelos castanhos
Ondulados como o mar,
Nem alta nem baixa,
Mas com um brilho no olhar,

Envergonhada e tímida,
Mas também teimosa,
Respondona como tudo
Mas amorosa.

Fico contente quando estou a sonhar,
Fico triste quando ouço fado,
Fico feliz quando tu estás,
Fico aborrecida sem ti ao meu lado.

Preciso de sonhar,
Preciso de cantar,
Preciso de música
Para poder dançar.

Sou escoteira,
Gosto de ajudar
Quando vejo uma velhinha
Ajudo-a a atravessar.

Tenho medo de ser violada
Tenho medo de perder
Tenho medo de ficar sozinha
E de amigos não ter.

Gostava de ter uma boa nota,
Gostava de viajar,
Gostava de ter uma mota,
Mas de momento só posso sonhar.

Com tudo isto,
Só podia ser a Rita Gaspar
Que é muito feliz
Mas anda sempre de cabeça no ar.


BIOPOEMA II
 
Eu sou um rapaz magro e baixinho
Sou cheio da cena quando não levo no focinho
Sou simpático e alegre
E corro mais que uma lebre

Tenho medo de partir o coração


Graças ao meu irmão
Gostava de ganhar o euromilhões
Para conquistar milhares de corações

O meu nome é André
E o apelido é Simões.




 BIOPOEMA III

Sou um adolescente
Alto e magro
Sou adolescente
Que diz tudo o que lhe vai na mente
Sou um rapaz bem apessoado
E ando sempre muito ensonado
Sou um rapaz que gosta de socializar
Com as pessoas de que nunca me vou desligar
Preciso de ser livre e solto
Antes que fique louco
Sou um rapaz que espalha alegria
Mas isso também a minha tia…
Tenho medo de morrer
Pois não quero fazer
Os outros sofrer
Gostava de ter o poder de voar
Para me poder libertar
Sou o Ricardo Oliveira
E ando sempre à maneira.



BIOPOEMA IV

Alta, loira e de olhos azuis
Simpática, atenciosa e leal
Gosto de praia, floresta e amigos
Sinto-me mais feliz, alegre e tranquila do que é normal;
Preciso de comer, dormir e conviver
Aos outros ajudo sempre que puder
Tenho medo de alturas, de falhanços, de morrer.
Gostava de viajar, de ser feliz, de não sofrer,
Chamo-me Rita e gosto de viver.



BIOPOEMA V

Eu sou feio,
Baixo e moreno,
Gosto da Figueira
Mas vivo num mundo pequeno

Chamo-me Daniel
E tenho 16 anos
Cabelo meio louro
Olhos muito castanhos

Sou divertido
Com grande sentido de humor
O sentimento mais importante
É sem dúvida o amor

Sou muito teimoso
Adoro socializar
Preocupo-me com a miséria
Onde irá este mundo parar

O meu maior medo
É perder os meus
Só eles me importam
Ainda mais que Deus.


 BIOPOEMA VI

Sou magro, de olhos castanhos e pele morena,
Alto, bem constituído, cabelo preto, encaracolado,
Pouco invejoso, demonstrando às vezes gestos de ternura,
Sou engraçado e bem-humorado.

Sou uma pessoa realista
Às vezes um pouco altruísta,
Gosto de jogar futebol e vê-lo na TV
Muitas vezes até vou ao café.

Isto é o meu autorretrato
Escrevê-lo foi uma aventura
Ah! E já agora eu sou o Paulo,
O Paulo Boaventura.

(Alunos da Prof.ª Silvéria Ramos)




segunda-feira, 13 de junho de 2011

A partir do poema de João de Deus, os alunos do 7ºC, na aula de Estudo Acompanhado (Professora Carla Antunes), construíram a sua própria Modinha, mantendo os versos sublinhados e a estrutura do poema original. Eis o trabalho da Joana Teixeira.


Ah! Se eu fosse borboleta,
Recados Para Orkut
Violeta,

Por quem ao sol derretera,
As minhas asas de cera,
E ouro em pó?

Ah! Se eu fosse borboleta,
Violeta,

Deixaria a rosa e a dália,
Nuvens, bosques, céu de Itália,
Por ti só.

João de Deus, Campo de Flores – I
Publ. Europa – América


recados orkutAh! Se eu fosse flor,
Teria forma de amor e
Conquistaria um belo actor.
E tu?

Ah! Se eu fosse flor,
Leonor,

Deixaria que me cheirasses,
Apreciasses, admirasses
Única… apenas tu!

Joana Valvez Pocinho Teixeira, nº17, 7ºC

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CANTINHO DOS POETAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

A Professora Irene Fontinha fez-nos chegar estes bonitos trabalhos:

Quem planta uma floresta
Planta uma festa
Alegria
Música
Cor
Magia

Quem planta uma floresta
Planta um grande ninho
Planta a magia do carinho

Quem planta uma floresta
Deixa o verde em festa
Diz não à poluição
Dá vida ao coração

Quem planta uma floresta
Conquista um lugar na festa
Espalha o amor
O respeito
A dedicação
O puro ar da inspiração.

Tatiana e Vasco, 8º A




Quem planta uma floresta,
planta uma festa;
planta uma flor;
alivia a dor na ausência do Amor

Planta uma festa
Planta uma floresta
Planta o verde
Planta uma flor
Planta a alegria de um novo dia
Planta o Amor.

Quem planta uma floresta,
deixa o Sol aquecer,
com ardor,
o gesto criador!

Anastasiya, 8º A


Quem planta uma floresta
Planta uma festa

Planta uma planta!
Um gesto delicado.
Planta a alegria
De estar apaixonado.

Planta uma laranjeira,
um pinheiro,
uma macieira…
Não deixes de plantar
nem de nova vida criar

Trabalho árduo?
Não! É como sonhar.
Vem para a rua brincar.
Aproveita para as plantas regar

Depois da árvore plantar
E cuidar…
Sente o orgulho no oxigénio
Para RESPIRAR.

Se cada um a regra cumprir
O planeta tornar-se-á mais rico
Mais alegre
Ficará em festa a floresta.

E o homem mais leve vai dormir.

João Reis, 8º A


Quem planta uma floresta
Planta uma festa

Uma festa ao luar
Eu vou plantar
Toda a gente vou convidar
Mas alguém irá faltar

Com a luz do luar
Vou triunfar
E com os amigos festejar

Festejar até de manhã
Nesta floresta que é uma FESTA!

Leandro Batista e José Malafaia, 8ºC

Quem planta uma floresta,
planta uma festa.
Uma festa que não pode acabar!

O homem impiedoso
voltará a atacar.

A floresta tem que escapar.
Alguém tem que a salvar.
Alguém tem que se preocupar.

O homem não a pode matar.
O verde tem que perdurar,
sem ele, impossível respirar.
E o mundo pode acabar.
Mas o ciclo irá recomeçar!

As árvores podem abrigar
quem não tem onde morar.
São nossas amigas.
Nelas devemos confiar.

Conseguiremos, com estes versos, sensibilizar
Quem com as árvores quer acabar?!

André Oliveira e Hugo Monteiro, 8º C



segunda-feira, 11 de abril de 2011

Trabalho de Língua Portuguesa - 8º C

Recados para Orkut

!
Crónicas de Guerra


Toni… noni… noni…

Este som surdo, já a sirene o entoava há 3 anos. Suspeito que até ela já se cansara de tanto chinfrim.
Há muito que as máquinas partiram e com elas as pessoas.
“O meu avô, onde está o meu avô?” Frases destas muito ouvidas, nem todas ditas claramente de tanto soluço, mas veramente sentidas.
Todos os dias a lista negra. Aquela dos nomes proibidos, cujo único objectivo é partir corações, desfragmentar esperanças, entregar a loucura, identificar a causa de morte – desaparecido em combate – unânime para todos…
Todos os dias caem as lágrimas de mil crianças; lágrimas secas do sofrimento, falta de comida e água.
Bastava que um dos lados pedisse o outro em amigo!
Que ingenuidade! Se fosse assim tão simples… Mas não. Não é nada assim! Quantas mortes causadas por mera teimosia e mal entendidos. Porquê?
Devíamos saber que não se pode depositar todo o poder num só homem.
Democracia? Mera ilusão.
Votamos? Somos bonecos controlados por outros.
Exigências do povo ao governo? NÃO!!! Apenas um pedido: que a guerra acabe; que o sofrimento acabe; que a lista acabe; que as lágrimas acabem.
Enfim, só pedimos PAZ.


Manuel Vidigueira, nº20, 8ºC

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Paródias à proposição d'Os Lusíadas - Trabalhos de Alunos

Paródia a Os Lusíadas

No âmbito do estudo d’Os Lusíadas foi proposto aos alunos do 9ºC que realizassem uma paródia à Proposição, tendo em atenção o contexto político-social actual. Os resultados foram, regra geral, bons. Esperamos que te divirtas com a criatividade revelada pelos teus colegas.


Com os políticos e partidos assinalados,
Que, defendendo esta terra lusitana,
Viram os preços serem aumentados
Por esses leões nesta nossa savana
Em leis e impostos tão esforçados
Que toda o país agora abana,
Dizendo que já tudo tentaram
Novo reino, que já d’antes afundaram.

E também as memórias gloriosas
Da esquerda e direita brigando
Da terra das falas pirosas
Alberto João andou devastando
Aqueles que por obras valorosas
Se vão da tirania libertando.
Gozando espalharei por toda a parte
Que falar madeirense é mesmo arte.

Em eleições para escolher o tirano
Da esquerda são muitos os que vieram
Para tirar Cavaco p’ra trás do pano
Mudar a cena que ainda não tiveram
Querem ser a cara do povo lusitano
A quem os homens sempre obedeceram.
Agora cale-se tudo, por amor da Santa!
Que outro valor mais alto se alevanta.

Gonçalo Dias, 9º C



 
No âmbito do estudo d’Os Lusíadas foi proposto aos alunos do 9ºCque realizassem uma paródia à Proposição, tendo em atenção o contexto político-social actual. Os resultados foram, regra geral, bons. Esperamos que te divirtas com a criatividade revelada pelos teus colegas.

Os políticos e ladrões bem avisados,
Que do Ministério saem ao fim-de-semana,
Por lugares nunca antes caminhados,
Passeiam-se algures em Copacabana.
Em debates e julgamentos esforçados
Menos do que seria de esperar,
O povo pobre continuarão  a espezinhar
Mas nunca o irão derrubar.

E também os corruptos conhecidos,
Os que vão matando a esperança,
A paciência, a resignação e os sentidos
Dos que já perderam a confiança.
E os que nos mentiram e prometeram
Nova vida, que não puderam dar,
Que vão todos para o inferno
Porque o mal não é eterno.

Miguel Adão, 9ºC






As multas e os barões soprados
Que na ocidental estrada lusitana
Foram implacavelmente passadas
Pela Guarda Nacional Republicana,
Ivas e IRS inflacionados,
Maiores do que lhes prometia a fama,
Gente de bem prejudicaram
E vozes revoltadas se levantaram.

E também as memórias vergonhosas
Dos governos que nos foram pisando;
As cunhas, os boys, as promessas enganosas
De Norte a Sul nos foram arruinando.
E aqueles que por submissões piedosas
Se vão das tochas alimentando.
- Cantando esconderei a toda a parte
A sua fatia de bolo e arte.

Acabem com as injustiças deste ano,
As compras dos submarinos que fizeram,
A prepotência constante de tal fulano,
O drama das derrotas que tiveram
Escondam-se os que votaram por engano
Naqueles que só através de nós enriqueceram,
Que agora já nada me espanta,
Uma vez que a desgraça é tanta.

Daniela Rato, 9ºC